sexta-feira, 5 de junho de 2020

Ibovespa Futuro sobe forte mais uma vez diante de maior liquidez no mercado internacional e espera por dados dos EUA

ações bolsa gráfico índices mercado compra venda sell buy

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em alta, estendendo uma série de cinco ganhos consecutivos do índice à vista nesta sexta-feira (5). Lá fora, após uma breve correção no dia anterior, os futuros dos índices dos Estados Unidos voltam a subir, na esteira da reabertura econômica das economias desenvolvidas e de mais estímulos promovidos pelos bancos centrais.

Por aqui, as manifestações pró-Democracia marcadas para domingo entram no radar dos investidores. Representantes do governo e do Distrito Federal irão se reunir para definir se a Força Nacional de Segurança Pública deve ser utilizada nos protestos que ocorrerão na Esplanada dos Ministérios.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, pediu para que seus apoiadores não vão às ruas no fim de semana e chamou os manifestantes contra seu governo de “marginais”. Os protestos ocorrem em um momento em que o número de vítimas fatais pela Covid alcança um novo recorde, com 1.473 óbitos em 24 horas.

Às 09h12 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para junho tinha alta de 1,55% a 95.250 pontos.

Já o dólar futuro para julho opera em queda de 1,03% a R$ 5,072. O dólar comercial, por sua vez, tem baixa de 1,03%, a R$ 5,0757 na compra e R$ 5,0787 na venda.

O mercado aguarda às 9h30 a divulgação do Relatório de Emprego dos Estados Unidos referente a maio, para o qual a mediana das projeções dos economistas compilada no consenso Bloomberg aponta para uma perda de 7,5 milhões de vagas e aumento da taxa de desemprego a 19,1%.

Para analistas, apesar da taxa elevada, os dados do Departamento de Trabalho americano podem começar a mostrar alguns sinais de melhora.

“Provavelmente temos uma janela de talvez três meses em que os dados continuarão melhorando. Isso vai gerar um cenário muito favorável para as ações continuarem se recuperando”, afirmou, à Bloomberg, Peter Chatwell, chefe de estratégia do Mizuho International.

Protestos nos EUA

Mesmo com ameaça de mobilização do Exército, as maiores cidades americanas continuam registrando protestos nos Estados Unidos contra o racismo e a violência policial.

Teve início na quinta-feira a série de cerimônias de George Floyd, assassinado no início da semana passada pela polícia de Minneapolis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de ter condenado a morte de Floyd, tem adotado um tom severo em relação às manifestações. Essa postura fez a associação de defesa dos direitos civis ACLU apresentar uma denúncia judicial contra o presidente, que na última segunda-feira usou a ação da polícia contra uma manifestação pacífica que ocorria em frente à Casa Branca.

Panorama corporativo

Mesmo com a escalada das mortes e contaminações pelo novo coronavírus, as empresas começam a se preparar para a reabertura de seus negócios. A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A empresa divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Fora da temporada de balanços, a Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões, segundo informou o jornal “Valor Econômico”.

Os recursos serão utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike.

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

O Segredo das Tesourarias: aprenda como lucrar da mesma forma que os bancos em um curso gratuito do analista e matemático Su Chong Wei

The post Ibovespa Futuro sobe forte mais uma vez diante de maior liquidez no mercado internacional e espera por dados dos EUA appeared first on InfoMoney.


Ibovespa Futuro sobe forte mais uma vez diante de maior liquidez no mercado internacional e espera por dados dos EUA foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/

Governo deve estender auxílio emergencial por mais dois meses

O governo deve estender o pagamento do auxílio emergencial a trabalhadores informais por mais dois meses, com um valor de R$ 300 mensais, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

A equipe econômica avalia editar uma medida provisória para ampliar o período de duração do benefício, criado para dar suporte a trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais durante o período mais agudo da crise provocada pelo novo coronavírus.

A MP, que teria vigência imediata, é necessária porque a lei do auxílio emergencial prevê a possibilidade de prorrogação, mas com o valor atual de R$ 600. A área econômica entende que não é possível estender o pagamento de um benefício, no mesmo montante, por período muito mais longo que os três meses previstos inicialmente, devido ao alto custo da política.

A despesa mensal do auxílio está em R$ 51,5 bilhões, e todos os gastos do governo para combater a pandemia e seus efeitos estão sendo bancados com o aumento do endividamento do País. O programa já concedeu o auxílio a 58,6 milhões de brasileiros.

Um relatório de acompanhamento do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou riscos orçamentários de uma prorrogação do auxílio emergencial até o fim do ano no mesmo valor de R$ 600. No formato atual, a prorrogação da ajuda poderia elevar a despesa com proteção social a R$ 379,5 bilhões este ano. Hoje, o custo está em R$ 152 bilhões.

Para o TCU, qualquer prorrogação do auxílio emergencial a informais no segundo semestre deste ano deveria ser discutida de forma coordenada entre os ministérios da Cidadania, da Economia e da Saúde para focalizar o público-alvo e ser sustentável do ponto de vista fiscal. Isso porque a duração do auxílio depende do ritmo de retomada da atividade econômica, que por sua vez está ligada à abrangência das medidas de distanciamento social, que varia conforme o nível de contágio pela covid-19 e a capacidade de resposta do sistema de saúde.

Na visão dos auditores, o Ministério da Saúde tem um papel central de manter as outras duas Pastas informadas sobre o avanço da covid-19 tanto em nível nacional quanto regional. “Esse conjunto de informações será fundamental para focalizar o público-alvo, definir o valor e a duração de benefícios sociais no segundo semestre, incluindo informações que identifiquem diferenças regionais relevantes entre Estados e municípios”, diz o parecer.

Renda básica

A prorrogação do benefício deve ser um primeiro passo na discussão sobre a criação de novo programa de renda básica no País. Como mostrou o Estadão/Broadcast, a equipe econômica quer atrelar esse debate a uma revisão de gastos sociais considerados ineficientes. Na mira dos técnicos, estão despesas como abono salarial, seguro-defeso (pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida) e farmácia popular.

Na área econômica, a avaliação é de que esse debate deve começar, mas “sem pressa”. A ideia é discutir como melhorar a alocação dos recursos que já existem no Orçamento para fortalecer as políticas sociais e melhorar a distribuição de renda. Alguns dos benefícios existentes hoje, como o próprio abono ou a farmácia popular, acabam contemplando, inclusive, famílias de renda mais alta.

Newsletter InfoMoney – Informações, análises e recomendações que valem dinheiro, todos os dias no seu email:
Concordo que os dados pessoais fornecidos acima serão utilizados para envio de conteúdo informativo, analítico e publicitário sobre produtos, serviços e assuntos gerais, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados.
check_circle_outline Sua inscrição foi feita com sucesso.

The post Governo deve estender auxílio emergencial por mais dois meses appeared first on InfoMoney.


Governo deve estender auxílio emergencial por mais dois meses foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/

Ações de locadoras de carros passam por correção, mas continuam atraentes, dizem analistas

SÃO PAULO — A pandemia de coronavírus atingiu negativamente todos os setores da Bolsa, sem exceção. Mas alguns deles foram mais prejudicados pelas medidas de isolamento social determinadas pelos governos estaduais.

O setor de aluguel de carros foi um deles. Embora parte das receitas das locadoras venha de contratos de aluguéis fixos de frotas, que são de longo prazo e em sua maioria foram mantidos, o segmento de aluguéis de curto prazo para pessoas físicas foi bastante impactado, assim como o de aluguel para motoristas de aplicativos de mobilidade.

As ações da Localiza (RENT3), maior empresa do setor na Bolsa, acumulam queda de 15% em 2020. Isso porque elas se recuperaram em abril e maio do tombo de 46,8% sofrido em março, quando o período de quarentena pela Covid-19 começou no Brasil.

Já a Movida (MOVI3), a mais nova do setor na B3, vê suas ações caírem 31% em 2020. Elas também se recuperaram em abril e maio, depois de terem despencado 55% em março. Desde o IPO, em 2017, os papéis sobem 79%.

A terceira representante do setor na Bolsa é a Unidas, da Locamerica (LCAM3). Os papéis da companhia amargam perda de 26,7% neste ano. Apenas em março, eles tiveram desvalorização de 50,9%, mas depois subiram 28,4% nos meses de abril e maio.

Mesmo com a retomada recente, a avaliação de analistas ouvidos pelo InfoMoney é de que essas ações continuam atraentes, já que as companhias estão capitalizadas para enfrentar os prejuízos gerados pela pandemia e a expectativa é que a demanda retorne, mesmo que lentamente, com a abertura gradual da economia ao longo do ano.

“Embora o aluguel para o varejo tenha sido prejudicado pela pandemia, as empresas também fazem gestão de frotas para outras companhias. É uma parte mais relevante e resiliente do negócio, que foi pouco atingida”, disse Carlos Daltozo, head de renda variável da Eleven.

Para ele, os números do primeiro trimestre de 2020 apresentados pelas empresas recentemente são “uma fotografia de um jornal velho”, já que abrangem apenas 15 dias de quarentena. “Os balanços do segundo trimestre vão ser muito piores”, afirmou.

Entre janeiro e março deste ano, a Localiza conseguiu expandir em dois dígitos sua receita líquida e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a despeito da Covid-19. O lucro líquido subiu 9,5% sobre o mesmo período de 2019. Do lado negativo, o desempenho mais fraco da venda de seminovos reduziu o retorno sobre o capital investido (ROIC).

A Unidas (Locamerica) também registrou avanço anual de dois dígitos na receita líquida, com crescimento de 8% do Ebitda, mas queda de 3,5% no lucro líquido do período. Assim como a Localiza, o ROIC também foi um ponto negativo dos números, afetado pelo aumento da depreciação (venda de seminovos por um valor mais baixo).

Enquanto isso, a Movida teve prejuízo nos três primeiros meses de 2020, de R$ 114,4 milhões. O lucro líquido ajustado foi de R$ 55 milhões. A empresa teve aumento de dois dígitos tanto na receita líquida quanto no Ebitda, com crescimento também expressivo de seminovos.

“A Movida foi a única a fazer um impairment (depreciação) dos seus estoques de veículos, isso trouxe um impacto no resultado trimestral. Ela já precificou seu estoque de veículos em um patamar de 5% a 10% menor do que era antes”, explicou Daltozo.

Na avaliação do head da Eleven, tanto a Movida quanto a Unidas vinham tentando “correr atrás” do forte desempenho da Localiza, líder no setor. “A Movida conseguiu atingir um novo patamar em sua unidade de seminovos e está mais descontada em relação às outras.”

Por esse motivo, Daltozo disse que, apesar de a Eleven ter recomendação de compra para as ações das três empresas, sua preferida no setor seria as da Movida. O risco, segundo ele, é um prolongamento muito maior do que o esperado para o tempo de fechamento da economia.

“É uma crise de saúde pública. É diferente das demais [crises que já passamos]. Temos visto muitas soluções na base de tentativa e erro. Alguns lugares estão liberando o isolamento parcialmente, mas a curva de infecções do novo coronavírus ainda está subindo”, disse.

“Os consumidores quando voltarem não vão consumir serviços na mesma intensidade que antes. Mas ainda é muito cedo para precificarmos o mundo no pós-pandemia. Vai haver mudança, mas ninguém sabe ao certo qual mudança será. O mercado exagerou em algumas companhias de capital aberto”, concluiu.

O percentual da frota utilizada das companhias, segundo Eduardo Guimarães, da Levante Investimentos, reduziu bastante com a pandemia de coronavírus — passou de cerca de 75% a 80% para perto de 50%. Ele concorda que o pior ficou para abril, o que deve ser refletido em balanços ruins no segundo trimestre.

“Mesmo assim, eu acredito que o pior já tenha passado. São empresas muito bem capitalizadas. A Movida fez oferta de ações recentemente. Elas não têm dívidas expressivas de curto prazo”, disse. “A retomada das ações dessas companhias e da Bolsa em geral desde abril mostra que há uma melhora na percepção de risco no mundo.”

A continuidade dessa alta recente, afirmou o especialista, vai depender da volta da economia. Ele citou como exemplo o fato de cerca de 20% a 25% das operações do setor estarem baseadas em aeroportos e shoppings, que estão com baixíssima ou zero circulação de pessoas atualmente.

Sem abrir qual é o seu papel preferido entre as locadoras de automóveis na B3, Guimarães afirmou, contudo, que a Movida é a que ele menos tem apreço. “Ela é a menor entre as três e, nesse setor, tamanho e escala fazem diferença. Gosto mais da Localiza e da Unidas.”

O analista da Levante citou a compra recente da Zetta pela Unidas, criando uma divisão de veículos especiais, como ambulâncias e viaturas policiais. Apesar de o mercado de aluguel de veículos ser dominado pelas três companhias listadas na B3, ainda há players menores espalhados pelo país e que podem ser alvo de aquisição na crise, segundo ele.

Rogerio Araujo, do UBS, está otimista com as perspectivas de longo prazo para as locadoras de automóveis. O banco elevou sua recomendação para a Unidas de neutra para compra, rebaixando a avaliação da Localiza de compra para neutra. Já sobre a Movida, a visão do UBS segue neutra.

“Os fatores de crescimento para o setor permanecem praticamente intactos, e alguns podem até se fortalecer devido aos efeitos da Covid-19”, disse o analista. Segundo Araujo, no segmento de aluguel de carros, a demanda pode aumentar com as pessoas trocando o transporte público para o maior uso de apps de mobilidade.

Já no segmento de aluguel de frotas, as empresas provavelmente aumentarão a terceirização de veículos, na análise do UBS, que ressaltou que apenas 9% da frota corporativa atual é terceirizada no Brasil, contra uma média de 29% em outros países.

“Além disso, acreditamos que a consolidação provavelmente vai acelerar na divisão de aluguel de frotas, já que pequenos players lutam no ambiente atual e as vantagens competitivas que os grandes players têm em relação aos custos de dívida e descontos no preço dos carros provavelmente terão um peso ainda maior no pós-pandemia”, concluiu.

O Segredo das Tesourarias: aprenda como lucrar da mesma forma que os bancos em um curso gratuito do analista e matemático Su Chong Wei

The post Ações de locadoras de carros passam por correção, mas continuam atraentes, dizem analistas appeared first on InfoMoney.


Ações de locadoras de carros passam por correção, mas continuam atraentes, dizem analistas foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/

Centauro capta R$ 900 mi em oferta de ações; dona da Le Lis Blanc firma acordo para recuperação extrajudicial e mais

SÃO PAULO – O noticiário corporativo é bastante movimentado, com destaque para a Centauro, que levantou R$ 900 milhões.

Os efeitos do isolamento social impostos pela pandemia do novo coronavírus afetam as companhias de diferentes formas. A Restoque, dona das marcas Dudalina e Le Lis Blanc, precisou fazer a renegociação de suas dívidas. Já a Yduqs encontrou espaço para uma nova aquisição.

Funcionários da Gol, segundo a Folha de S. Paulo, aprovam programas de demissão, licença e corte de salários.

Já entre as empresas que divulgaram balanço, a BR Malls registrou um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019. O da Randon recuou 90,5%, para R$ 2,994 milhões.

Confira os destaques:

Centauro (CNTO3)

A Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões.

A empresa vendeu 30 milhões de ações numa oferta primária subsequente. A oferta poderia chegar a 33,75 milhões de ações, de acordo com um documento anterior. A Centauro disse que usará os recursos em oportunidades de aquisição abertas pela crise provocada pelo coronavírus.

Os recursos devem ser utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike. “A companhia pretende utilizar a totalidade dos recursos líquidos provenientes da oferta para o financiamento de aquisições de empresas em curso e futuras que possam contribuir para a execução de sua estratégia de crescimento.”

Restoque (LLIS3)

A Restoque, donas das marcas Dudalina e Le Lis Blanc, anunciou um plano de recuperação extrajudicial de R$ 1,5 bilhão. Segundo a companhia, a reestruturação da dívida foi necessária após o impacto das medidas de isolamento social no setor varejista.

A dívida renegociada inclui apenas credores financeiros, ou seja, bancos e portadores de títulos de dívida (debenturistas).

A companhia terá uma carência de 12 meses a partir da homologação do acordo para iniciar os pagamentos. O principal começa a ser pago só em junho de 2023, sendo que mais de 70% do total da dívida vencerá ao final de junho de 2025. O custo da renegociação ficou em CDI mais 2,7% e CDI + 2,9% ao ano.

Está previsto ainda um aumento de capital no valor de R$ 150 milhões.

A adesão ao plano foi superior a 70% -o mínimo estipulado para recuperações extrajudiciais é de 60%. O acordo ainda precisa ser homologado pela Justiça.

Yduqs (YDQS3)

A Yduqs, antiga Estácio Participações, anunciou a compra do Grupo Athenas por R$ 120 milhões. A empresa adquirida atua na região norte do país.

O acordo prevê que uma fatia de R$ 106 milhões seja paga na assinatura do contrato e uma parcela de R$ 14 milhões após cinco anos. O valor pode subir de acordo com as autorizações para novas vagas nos cursos de medicina.

O Grupo Athenas encerrou o ano de 2019 com uma receita líquida de R$ 94,5 milhões. Atualmente, conta com 9 mil alunos divididos entre 67 cursos de graduação, técnicos superiores e programas de pós-graduação.

A aquisição está sujeita a aprovação de órgãos reguladores.

Embora dentro de uma estratégia que pode levar a uma reavaliação dos papéis da empresa, os analistas do Morgan Stanley consideraram a aquisição pequena.
Sobre a nova lei fluminense, que sugere um desconto de 30% nas mensalidades, os analistas acreditam que a medida terá pouco impacto para a Yduqs, mesmo com presença relevante no estado. “Em nossos cálculos, a nova regulamentação reduziria a receita consolidada da YDUQS em aproximadamente 1% e, mantendo os custos estáveis, a margem Ebitda seria reduzida de 33,5% para 33,0%”, disseram em relatório a clientes.

brMalls (BRML3)

A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A administradora de shoppings divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Gol (GOLL4)

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

Randon (RAPT4)

A Randon registrou no primeiro trimestre do ano um lucro líquido de R$ 2,994 milhões, uma queda de 90,5% na comparação com igual período do ano passado.

Já a receita líquida subiu 3%, para R$ 1,168 bilhão. O Ebitda recuou 20,3%, para R$ 106,980 milhões. A margem Ebitda passou de 11,8% no primeiro trimestre de 2019 para 9,2% nos três primeiros meses de 2020.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras anunciou o início da etapa de divulgação de oportunidades, conhecida como “teaser”, referente à venda de suas participações em empresas de energia.

Esse “teaser” contém informações sobre as participações e os critérios para a seleção de potenciais interessados. As companhias que fazem parte dessa etapa são a Brasympe (participação de 20%), Suape II (20%), Termoelétrica Potiguar (20%), Companhia Energética Manauara (40%) e a Brentech (30%).

JBS (JBSS3)

Os EUA investigam frigoríficos por prática antitruste, que incluem JBS, disse uma fonte à Bloomberg, que não quis ser identificada porque o inquérito é confidencial.

O setor é altamente consolidado; 4 empresas – Tyson Foods, JBS, Cargill e National Beef – controlam cerca de 80% do mercado de processamento de carne bovina dos EUA. National Beef, que pertence à brasileira Marfrig, confirmou o recebimento de uma demanda de investigação civil; Tyson, JBS e Cargill não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

O Segredo das Tesourarias: aprenda como lucrar da mesma forma que os bancos em um curso gratuito do analista e matemático Su Chong Wei

The post Centauro capta R$ 900 mi em oferta de ações; dona da Le Lis Blanc firma acordo para recuperação extrajudicial e mais appeared first on InfoMoney.


Centauro capta R$ 900 mi em oferta de ações; dona da Le Lis Blanc firma acordo para recuperação extrajudicial e mais foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/

Em ação inédita, Comitê da Câmara dos EUA se opõe a acordo com Brasil

Em uma ação inédita contra o Brasil, que barra qualquer pretensão de se ampliar acordos comerciais com os EUA, 24 deputados democratas da Comissão de Orçamento e Tributos (Ways and Means) da Câmara dos Deputados dos EUA informaram na quarta-feira o escritório comercial da Casa Branca que “têm fortes objeções à busca de qualquer acordo comercial ou à expansão de parcerias comerciais com o Brasil do presidente Jair Bolsonaro”.

Ex-embaixador em Washington, Rubens Ricupero afirma que a carta dos democratas da Ways and Means “enterra” qualquer possibilidade de acordo enquanto a Câmara tiver maioria da oposição ao republicano Donald Trump. “Nunca vi um documento assim. Ela é a mais importante comissão do Congresso americano. Essa carta significa que nenhum acordo com o Brasil será feito enquanto a Câmara tiver maioria democrata.”

Para ele, a situação deve se agravar ainda mais se o democrata Joe Biden for eleito presidente. “Ele é muito mais comprometido com a pauta ambiental do que Barack Obama.” Biden, com 53%, lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição deste ano com dez pontos à frente de Trump (43%).

A votação americana, entretanto, é definida por meio de um colégio eleitoral, o que torna mais decisivo o triunfo em Estados em que a preferência por democratas ou republicanos se alterna. Trump se elegeu graças a vitórias no Meio-Oeste, mesmo tendo menos votos do que Hillary Clinton no geral.

A carta foi endereçada ao representante comercial da Casa Branca, o embaixador Robert Lighthizer. Nela, o presidente da comissão, o deputado Richard Neal, e seus colegas de partido contam que decidiram escrever o documento depois de Lighthizer afirmar, em maio, após conversa com o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, que desejava intensificar a parceria econômica com o Brasil, incluindo uma simplificação do comércio e “boas práticas regulatórias”. Para tanto, consultaria o Congresso. “Em resposta, nós julgamos importante enumerar a litania de razões pelas quais consideramos inapropriado que a administração abra discussões sobre parcerias econômicas de qualquer tipo com o líder brasileiro que desrespeita o estado de direito e ativamente desmantela árduas conquistas de direitos civis, humanos, ambientais e trabalhistas.”

A carta segue afirmando que, por meio de retórica e de ações, o governo demonstra “completo desrespeito por direitos humanos básicos, pela necessidade de se proteger a Floresta Amazônica, os direitos e a dignidade dos trabalhadores e mantém práticas econômicas anticompetitivas”. Essas condições demonstrariam que o Brasil sob Bolsonaro “não pode ser considerado preparado para assumir novos padrões de direitos trabalhistas e de proteção ambiental previstos no acordo EUA-México-Canadá”.

Peso nas decisões

Os democratas têm larga maioria na comissão. Sua importância pode ser medida pelo fato de o presidente americano precisar de autorização dela para negociar acordos comerciais que não sejam emendados pelo Congresso – fast tracks. Também por ela passam não só cada tostão gasto em políticas públicas bem como decisões sobre impostos e taxas e acordos comerciais internacionais. Para o embaixador Roberto Abdenur, “manifestações como essa de agora terão desde logo impacto, pois inibirão o governo americano de levar adiante novos entendimentos com o Brasil”. Ele concorda com Ricupero e diz que as relações com os EUA “vão se complicar muito se Biden for eleito”. “A excessiva ligação de Bolsonaro com Trump só fará exacerbar os ânimos contra o Brasil.”

Ricupero, que foi embaixador nos EUA no governo de George Bush (1989-1993) e conselheiro político em Washington nos governos dos ex-presidentes Gerald Ford (1974-1977) e Jimmy Carter (1977-1981), aponta ainda na carta democrata a união de dois tipos de argumentos, o ambiental e o protecionista, cada vez mais comum nos EUA e na Europa. “A chance de o Brasil obter alguma coisa na área agrícola em uma acordo comercial com os EUA é próximo de zero. Só para citar um exemplo, não há lobby mais forte no Congresso do que o do algodão, que tem apoio em peso dos congressistas do Texas.”

De fato, em um dos últimos parágrafos do documento dos democratas, os deputados dizem considerar existir pouca perspectiva de oportunidades de acordo para o agronegócio, pois muitos dos “produtos exportados pelo Brasil já são muito competitivos no mercado americano, mesmo sem as vantagens da eliminação de tarifas de um acordo comercial”. E conclui: “Além disso, produtores brasileiros têm um histórico de usar práticas desleais de comércio”.

A carta conclui afirmando que buscar um acordo com o Brasil pode prejudicar a luta de defensores dos direitos humanos, trabalhistas e ambientais brasileiros para promover o Estado de Direito e comunidades marginalizadas.

Trump busca aumentar os laços com o governo Bolsonaro, não só os comerciais como os militares e sanitários. Na semana passada, o americano afirmou que a Casa Branca fornecera 2 milhões de doses de hidroxicloroquina para combater o Sars-Cov-2 no Brasil. O Estadão procurou o Itamaraty e o Ministério da Economia, mas nenhum deles se manifestou.

A ação ocorre concomitantemente à aprovação de moção no Parlamento da Holanda, rejeitando o acordo entre a União Europeia e o Mercosul por razões semelhantes às americanas. “Nosso isolamento está cada vez maior”, afirmou Ricupero.

O Segredo das Tesourarias: aprenda como lucrar da mesma forma que os bancos em um curso gratuito do analista e matemático Su Chong Wei

The post Em ação inédita, Comitê da Câmara dos EUA se opõe a acordo com Brasil appeared first on InfoMoney.


Em ação inédita, Comitê da Câmara dos EUA se opõe a acordo com Brasil foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/

Moedas de mercados emergentes têm melhor semana em 4 anos

moeda de R$ 1 notas de R$ 50 e R$ 100 real dinheiro

(Bloomberg) – Moedas de mercados emergentes caminham para fechar a semana com o melhor desempenho em mais de quatro anos em meio ao otimismo de que as economias globais estão superando o choque do coronavírus.

O índice MSCI que acompanha moedas de mercados emergentes mostra ganho de 1,5% nos últimos cinco dias. O movimento reflete menor demanda por moedas consideradas refúgios, o que enfraquece o dólar. Outro fator de impulso é a perspectiva de mais estímulos de bancos centrais, o que teria mais peso do que as preocupações com o agravamento do surto de coronavírus em países como Brasil e México. Investidores também parecem descontar dados econômicos decepcionantes, como cortes de empregos nos Estados Unidos.

“O foco está no futuro, e é onde os mercados esperam que as coisas comecem a melhorar”, disse Khoon Goh, chefe de pesquisa da Ásia no Australia & New Zealand Banking, em Cingapura. “Dados ruins, como do mercado de trabalho não agrícola, já são esperados pelos mercados. Não há como ficar pior do que 20 milhões de demissões em abril.”

Moedas de países em desenvolvimento também se fortalecem em meio à queda por seis semanas consecutivas do seu indicador de volatilidade, que agora está no nível mais baixo em quase três meses.

A rupia da Indonésia lidera os ganhos desta semana, com valorização acima de 5%, enquanto o peso chileno, o real e o rand sul-africano mostram alta de mais de 4%.

Alguns estrategistas esperam ganhos adicionais no médio prazo, apesar de advertirem que o rali pode desacelerar nas próximas semanas.

“As condições de liquidez do dólar devem afastar fluxos do mercado financeiro dos EUA para voltar aos emergentes e outros mercados”, disse Eddie Cheung, estrategista de mercados emergentes do Crédit Agricole, em Hong Kong.

O Segredo das Tesourarias: aprenda como lucrar da mesma forma que os bancos em um curso gratuito do analista e matemático Su Chong Wei

The post Moedas de mercados emergentes têm melhor semana em 4 anos appeared first on InfoMoney.


Moedas de mercados emergentes têm melhor semana em 4 anos foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/

Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira

O otimismo marca as negociações desta sexta-feira, com os investidores animados com os novos estímulos concedidos na Europa, na quinta-feira, e a expectativa de que os Estados Unidos também ofereçam um reforço no aumento da liquidez.

Esse otimismo ocorre mesmo com a divulgação, nesta sexta-feira, do “payroll”, que deve mostrar a maior taxa de desemprego dos Estados Unidos desde os anos de 1930.

No Brasil, o número de vítimas fatais pela Covid alcança um novo recorde, com 1.473 óbitos em 24 horas.

Entre os destaques corporativos, a BR Malls espera abrir todos os seus shoppings até julho e os funcionários da Gol aprovaram programas de demissão, licença e cortes de salários.

1. Bolsas mundiais

As bolsas da Europa e os futuros de NY operam em alta nesta sexta-feira. O ânimo ainda é um reflexo da nova injeção de liquidez anunciada pelo Banco Central Europeu (BCE). Nem mesmo a divulgação de dados do emprego nos Estados Unidos, que deve mostrar a maior taxa de desemprego desde os anos 1930, mitiga esse otimismo.

O DAX, de Frankfurt, sobe 1,41%, e o CAC 40, de Paris, avança 1,92%.

O BCE anunciou na quinta-feira mais 600 bilhões de euros para compra de títulos, elevando para 1,35 trilhão a injeção de liquidez.

Além do novo estímulo na Europa ter ficado acima do esperado, também é esperada uma nova rodada de injeção de liquidez pelos Estados Unidos.

Já os líderes da grande coalizão que governa a Alemanha aprovaram um pacote de 130 bilhões de euros em gastos públicos.

Os futuros do Dow Jones sobem 0,99% e os do S&P 500 registram variação positiva de 0,60%.

Nos Estados Unidos, será divulgado às 9h30 (horário de Brasília), o relatório de emprego, que deve mostrar uma taxa de desemprego próxima a 20%, a maior desde os anos de 1930.

Para analistas, apesar da taxa elevada, os dados do Departamento de Trabalho americano podem começar a mostrar alguns sinais de melhora.

“Provavelmente temos uma janela de talvez três meses em que os dados continuarão melhorando. Isso vai gerar um cenário muito favorável para as ações continuarem se recuperando”, afirmou, à Bloomberg, Peter Chatwell, chefe de estratégia do Mizuho International.

*Veja o desempenho dos mercados, às 7h36 (horário de Brasília):

Nova York

*S&P 500 Futuro (EUA), +0,60%

*Nasdaq Futuro (EUA), +0,23%

*Dow Jones Futuro (EUA), +0,99%

Europa

*Dax (Alemanha), +1,41%

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,95%

*CAC 40 (França), +1,92%

*FTSE MIB (Itália), +1,91%

Ásia

*Nikkei 225 (Japão), +0,74% (fechado)

*Hang Seng Index (Hong Kong), +1,66% (fechado)

*Shanghai SE (China), +0,40% (fechado)

*Petróleo WTI, +2,41%, a US$ 38,31 o barril

*Petróleo Brent, +3,02%, a US$ 41,20 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em queda de 0,93%, cotados a 746.000 iuanes, equivalente hoje a US$ 105,22 (nas últimas 24 horas).
USD/CNY = 7,0900 (-0,29%)

2. Indicadores econômicos

As atenções do dia estão voltadas para a divulgação do relatório de emprego, o “payroll”,dos Estados Unidos. O documento será divulgado às 9h30 (horário de Brasília) e deve apontar para uma taxa de desemprego de 19,1% e perda de 7,5 milhões de vagas de emprego, de acordo com consenso dos estimativas consultados pela Bloomberg.

Às 16h, serão conhecidos os dados sobre crédito ao consumidor no mercado americano.

No Brasil, a agenda de divulgação é mais fraca. A FGV divulga, às 8h, a inflação do mês de maio medida pelo IGP-DI.

Já a Anfavea divulga dados da indústria automotiva de maio em coletiva de imprensa online às 10h, após vendas do setor em abril despencarem de 163.625 mil para 55.735 e produção desabar de 189.958 para apenas 1.847.

3. Política e pandemia no Brasil

Os investigadores do inquérito sobre a suposta interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal esperam que o presidente preste seu depoimento pessoalmente, segundo relata o jornal “Folha de S.Paulo”. A avaliação é que, por ser investigado, não há previsão legal para que o depoimento seja dado de outra forma – por escrito, por exemplo.

E essa não é a única preocupação do governo federal. Cresce o apoio aos movimentos criados para defender a democracia. No entanto, por enquanto, eles não estão incentivando formalmente a ida a manifestações contrárias ao governo – que Bolsonaro classificou na quinta-feira à noite como “grupos terroristas”.

Evitar aglomerações é um dos motivos que tem inibido o apoio às manifestações no momento que o Brasil registra mais de 34 mil mortes pela Covid-19. Só nas últimas 24 horas foram 1.473 óbitos.

4. Protestos nos EUA

Mesmo com ameaça de mobilização do Exército, as maiores cidades americanas continuam registrando protestos nos Estados Unidos contra o racismo e a violência policial.

Teve início na quinta-feira a série de cerimônias de George Floyd, assassinado no início da semana passada pela polícia de Minneapólis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de ter condenado a morte de Floyd, tem adotado um tom severo em relação às manifestações. Essa postura fez a associação de defesa dos direitos civis ACLU apresentar uma denúncia judicial contra o presidente, que na última segunda-feira usou a ação da polícia contra uma manifestação pacífica que ocorria em frente à Casa Branca.

5. Panorama corporativo

Mesmo com a escalada das mortes e contaminações pelo novo coronavírus, as empresas começam a se preparar para a reabertura de seus negócios. A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A empresa divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Fora da temporada de balanços, a Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões, segundo informou o jornal “Valor Econômico”.

Os recursos serão utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike.

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

O Segredo das Tesourarias: aprenda como lucrar da mesma forma que os bancos em um curso gratuito do analista e matemático Su Chong Wei

The post Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira appeared first on InfoMoney.


Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira foi publicado primeiro em: https://www.infomoney.com.br/