Olá meus amigos! Meu nome é Jean Barreto. Sejam muito bem-vindos(a) as minhas conexões! Sou autônomo e atuo na área de finanças. Com o decorrer de minha vivencia na área, já me deparei com diversas situações. Me apaixonei pela área de política e de cobranças de juros abusivos. Procurei entender melhor sobre o assunto de revisional e decidi criar minhas redes sociais falando a respeito.
domingo, 31 de maio de 2020
'Mundo alarmado' começa a questionar 'soft power' dos EUA
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Cidades americanas preparam-se para mais uma noite de violência
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Associação entre bolsonaristas e grupo neonazista da Ucrânia incomoda a Rússia
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Negros queimam mito da democracia americana
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Trump apela a discurso da ordem para reagir a semana de fúria e crises
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Trump diz que vai designar antifascistas como 'organização terrorista'
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Londres e Berlim têm protestos antirracistas após morte de George Floyd
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Diário de confinamento: 'Nos deram um pouco de liberdade e agimos como se o vírus não existisse'
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Príncipe belga vai a festa proibida na Espanha e volta com coronavírus
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Estados Unidos vivem o seu junho de 2013
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Sem quarentena e com poucos ventiladores, Etiópia está derrotando a Covid-19
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Papa Francisco volta a dar bênção diante de fieis no Vaticano após três meses
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Autora de Harry Potter diz que livraria em Portugal não inspirou Hogwarts
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Na contramão da economia, Suzano espera que resultados do 2º trimestre sejam até melhores do que os do 1º
Enquanto o mercado aguarda por um 2º trimestre de resultados muito abaixo do esperado, por causa da crise do coronavírus, a Suzano olha com mais otimismo para o período, graças ao aumento na venda de celulose e à recente alta do dólar.
“Fizemos um primeiro trimestre muito bom, vamos fazer um segundo trimestre ainda melhor, em termos de resultado. O impacto para gente não tem sido grande”, diz Marcelo Bacci, CFO da empresa, em live promovida pela XP (assista à entrevista completa acima).
A empresa se aproveita do fato de 60% de sua produção de celulose ser direcionada para o setor de tissues (papel higiênico, papel toalha, guardanapos etc), cujo consumo disparou nas primeiras semanas da pandemia. Além disso, cerca de 70% da receita da companhia vem de exportações, uma vantagem em tempos de dólar acima de R$ 5.
“A celulose vinha num preço baixo desde meados do ano passado. A gente esperava uma recuperação de preços. Agora, ela fica adiada. Mas, como exportadores, a gente se beneficia do câmbio. A taxa de câmbio está 30% acima do que estava no começo do ano, então isso tem sido favorável para os nossos resultados”, diz Bacci.
O CFO da Suzano também comentou a estratégia de proteção cambial da empresa, uma forma de lidar com o fato da companhia ter receitas em dólar, mas custos em reais, segundo Bacci.
“Não seria responsável da nossa parte ficar apostando que a empresa ficaria pior ou melhor, dependendo de onde for a moeda. Tenho que ter certeza que eu consigo pagar essa dívida se o dólar estiver 10 ou se o dólar estiver 2. Até porque a maior parte da dívida é com credores internacionais”, afirmou.
Participaram da conversa o analista do setor de Papel & Celulose da XP, Yuri Pereira, o estrategista-chefe da XP, Fernando Ferreira, e Leandro Santos, sócio da área de Equity Sales da XP.
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Atos contra racismo ignoram toques de recolher, e EUA veem cenas de barbárie
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Angela Merkel aproveita chance de revolucionar economia da Alemanha
(Bloomberg) – Em uma sombria sexta-feira de março, com a evidente devastação causada pelo coronavírus, autoridades do governo da chanceler alemã Angela Merkel perceberam a necessidade de medidas extraordinárias para sustentar a maior economia da Europa.
Em velocidade vertiginosa, assessores do Ministério da Economia elaboraram um programa de resgate no valor de 600 bilhões de euros (US$ 660 bilhões) para evitar o colapso.
Com o aumento dos casos de coronavírus e restrições rigorosas sobre pessoas e empresas, houve pouco tempo para debate e nenhuma oposição significativa. No entanto, por trás da nervosa gestão da crise, havia uma estratégia mais profunda que já estava em elaboração há meses.
A estratégia já havia sido rejeitada como radical demais para o establishment político e empresarial quando proposta pela primeira vez no ano passado. Mas, com a crise como catalisador, o pacote foi aprovado no gabinete na segunda-feira seguinte e era lei no fim da semana. Coloca Merkel no comando da mais drástica reengenharia da economia alemã desde a reconstrução do pós-guerra.
Quando terminar, a chanceler terá implementado um tipo de capitalismo de estado na Alemanha, muito semelhante ao modelo da França e que até se informa sobre o sucesso da China. O plano dará às autoridades do governo de Berlim novos poderes para intervir na economia: escolherão entre vencedores e perdedores, semeando novas indústrias e preparando campeões nacionais. A compra de participações em empresas não é mais um tabu, e a política de orçamento equilibrado foi descartada para liberar todo o poder do balanço alemão.
Em outras palavras, o resgate histórico de 9 bilhões de euros (US$ 9,8 bilhões) desta semana para a Deutsche Lufthansa – incluindo a participação de 20% do governo e o direito de bloquear aquisições indesejadas – é apenas o começo. Mais do que apenas garantir as conexões aéreas da Alemanha com o mundo exterior, o acordo estabelece um marcador de como o governo Merkel pretende que a economia seja administrada na era pós-pandemia.
É uma oportunidade única para Merkel expiar erros passados. Mesmo antes da pandemia, a Alemanha tropeçava. A dependência de tecnologias intensivas em carbono, rede digital nacional irregular e burocracia revelaram falhas na gestão da chanceler da máquina de exportação do país.
Após a crise financeira, sua estratégia era simplesmente estabilizar o navio e sair do caminho. Mas o mundo mudou significativamente desde então.
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Indicador de risco de calote, CDS do Brasil chegou a triplicar com a pandemia de coronavírus
SÃO PAULO — O CDS do Brasil, um indicador internacional de risco de calote, chegou a triplicar em 2020 por causa da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. O movimento de alta também foi observado nos títulos de todos os demais países do mundo, já que a doença não poupou nenhuma economia.
Ainda assim, o CDS do Brasil conseguiu se manter distante da média dos países com o mesmo rating que o nosso, BB-, nas principais agências internacionais de risco. O desempenho, segundo especialistas, está relacionado às medidas de ajuste fiscal que o Brasil vinha adotando no pré-crise — mas o futuro ainda é incerto.
Sigla para Credit Default Swap, o CDS é um título do mercado financeiro que funciona como um seguro. Ele é emitido por instituições financeiras e garante ao detentor a cobertura do prejuízo em caso de calote nos títulos dos países.
Quanto menor for o risco de inadimplência do país, menor será a pontuação correspondente do CDS — ou seja, mais próxima de zero. Logo, quanto maior for o risco de calote, maior também será a pontuação do título.
No dia 27 de maio deste ano, o CDS de cinco anos do Brasil chegou à casa dos 270 pontos. É um valor bem acima dos 98,9 pontos que ele tinha no dia 1º de janeiro. Na máxima de 2020 até agora, o título chegou aos 372 pontos, em 27 de abril.
No final de 2019 e início de 2020, o CDS brasileiro havia caído para a casa dos 90 pontos, no seu menor nível desde 2013, quando o país ainda tinha grau de investimento (selo de bom pagador) nas três principais agências de risco do mundo.
O CDS brasileiro atingiu sua máxima histórica em 2002, quando subiu para perto de 4.000 pontos às vésperas da eleição presidencial que acabou elegendo Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2018, em meio à indefinição da corrida presidencial, que culminou na eleição de Jair Bolsonaro, o indicador ficou na casa dos 600 pontos.
Mesmo nos atuais 270 pontos, o CDS do Brasil ainda está bem abaixo da média dos demais países com rating BB-, de 407 pontos. Ele também está em um nível melhor que a média do CDS de países classificados como BB, um grau acima do nosso na escala das agências, de 323,7 pontos.
As economias com rating BB+, dois graus acima do nosso, têm CDS médio na casa dos 191 pontos. Já aquelas classificadas como A-, primeiro degrau na escala de países com selo de bons pagadores, têm CDS médio de 74 pontos. Os dados são da Bloomberg e foram compilados pelo gestor David Cohen, da Paineiras Investimentos, a pedido do InfoMoney. Veja o gráfico abaixo.

“O Brasil tem uma posição em termos de risco um pouco diferente da maioria dos seus pares. Ele conta com uma dívida local que está entre as maiores dos emergentes, porém internacionalmente é credor líquido (ou seja, suas reservas cambiais são maiores que sua dívida externa)”, disse Cohen.
O gestor apontou que é natural o aumento do CDS registrado agora já que ele é “um instrumento que protege contra calote de dívida externa, o que, na situação atual do Brasil, é muito provável”.
“Antes dessa crise, o Brasil estava vendo um movimento de melhora na perspectiva de rating das agências, que já estavam indicando um outlook positivo, depois da reforma da Previdência e uma dinâmica de dívida/PIB local que vinha surpreendendo positivamente”, destacou.
“Com a crise, que gerou grandes necessidades de gasto fiscal, além de uma recessão que reduziu brutalmente as receitas, esse cenário mudou completamente, e, com isso, a perspectiva de upgrade reduziu [veja a escala das agências abaixo]. Além disso, a forte depreciação cambial também levou o Banco Central a ter que intervir no câmbio via venda de reservas, reduzindo também a posição credora, que ainda se mantém, comparado ao que tínhamos antes”, concluiu o gestor.

Guilherme Attuy, economista-chefe da Gauss Capital, acredita que a crise do coronavírus teve um impacto mais significativo no Brasil do que em outros países do mundo porque nosso quadro fiscal já vinha em uma situação delicada — e a pandemia obrigou o governo a gastar mais.
“Tivemos também outros dois fatores. O primeiro é a nossa curva do vírus, que tem se mostrado mais resiliente do que no resto do mundo, o que acaba forçando uma revisão baixista de crescimento, já que há a necessidade de se fazer o uso de medidas de distanciamento social. Ainda que essas medidas sejam levantadas, há o risco de a população não se sentir confortável para ir às ruas e retomar o consumo”, disse.
“O que temos visto também são muitos ruídos políticos. Vimos o ministro da Saúde ser demitido, depois o segundo ministro da pasta não durou muito tempo e também teve a saída do ministro da Justiça, Sérgio Moro, o que levantou dúvidas no mercado sobre a permanência do ministro da Economia, Paulo Guedes”, completou.
O economista-chefe da Gauss afirmou ainda que o ruído fiscal no Brasil deve demorar mais para sair do radar dos investidores internacionais, portanto o prêmio de risco para o país deve continuar alto. Já o risco político e a questão do coronavírus são temporários, mas seu impacto sobre o CDS brasileiro vai depender da condução que o governo vai ter nos próximos meses.
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Pandemia pode colocar em risco as eleições presidenciais americanas?
NOVA YORK – Duas postagens de Donald Trump no Twitter fizeram a rede social a incluir avisos sobre informações potencialmente incorretas espalhadas pelo presidente dos Estados Unidos.
A reação de Trump foi imediata. Primeiro, no próprio Twitter, ele vociferou contra um suposto cerceamento de sua liberdade de expressão – mesmo que os tuítes não tenham sido apagados.
Depois, assinou um decreto que acaba com certas proteções legais que impedia que empresas como Twitter, Google e Facebook sejam processadas por causa do conteúdo produzido por seus usuários.
Para a oposição democrata, entretanto, mais importante que o bate-boca de Trump com o Twitter é o que dizem as mensagens publicadas pelo presidente.
There is NO WAY (ZERO!) that Mail-In Ballots will be anything less than substantially fraudulent. Mail boxes will be robbed, ballots will be forged & even illegally printed out & fraudulently signed. The Governor of California is sending Ballots to millions of people, anyone…..
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) May 26, 2020
https://platform.twitter.com/widgets.js
….living in the state, no matter who they are or how they got there, will get one. That will be followed up with professionals telling all of these people, many of whom have never even thought of voting before, how, and for whom, to vote. This will be a Rigged Election. No way!
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) May 26, 2020
https://platform.twitter.com/widgets.js
Não TEM COMO (ZERO [possibilidade]!) a votação pelo correio ser menos que substancialmente fraudulenta. Caixas de correio serão roubadas, cédulas serão forjadas e até mesmo impressas e assinadas ilegalmente. O governador da Califórnia está enviando cédulas para milhões de pessoas que vivem no estado, a despeito de quem sejam ou como chegaram lá, vão receber a sua. Depois virão profissionais dizendo para essas pessoas, muitas das quais nem sequer tinham pensado em votar antes, como, e em quem, votar. Será uma Eleição Fraudada! De jeito nenhum!
Com as infecções pelo coronavírus ainda em crescimento em diversas áreas do país e a possibilidade real de novos surtos no outono – quando acontece a eleição presidencial, marcada para 3 de novembro -, há muitas dúvidas sobre como será realizada a votação.
Como em todo o mundo, as seções eleitorais americanas têm filas e aglomerações, duas potenciais oportunidades para a disseminação do vírus.
Com a vitória assegurada de Joe Biden na disputa do Partido Democrata, Nova York tentou cancelar as primárias no estado, previstas para 23 de junho, por causa da pandemia. A Justiça determinou que elas sejam realizadas assim mesmo – mas espera-se que os níveis de participação sejam muito baixos.
Em Wisconsin, depois de um intenso vaivém judicial que só foi resolvido pela Suprema Corte, a votação das primárias foi mantida na primeira semana de abril. Dias depois, as autoridades sanitárias do estado detectaram pelo menos 40 casos de Covid-19 entre as pessoas que saíram de casa para votar.
Vários estados americanos permitem que as cédulas sejam enviadas pelo correio. Normalmente, esse método é reservado para os eleitores que não estarão em seus domicílios eleitorais no dia da votação, mas estados como Utah, Colorado, Havaí, Washington e Oregon já adotam o voto à distância como regra.
A questão vai muito além do método escolhido para a votação e da suposta falta de segurança do voto pelo correio (que, de resto, é considerado seguro).
O que a oposição democrata teme é que a obrigação de comparecer às urnas pessoalmente resulte em altos índices de abstenção, o que favoreceria as chances de reeleição de Trump.
Impacto eleitoral da votação à distância não é claro
Um grupo de pesquisadores da Universidade Stanford publicou um estudo no início de maio avaliando o impacto das cédulas enviadas pelo correio. Analisando dados de eleições de 1998 a 2018, eles concluíram que o voto pelo correio representa um aumento modesto na participação e não oferece vantagem alguma para democratas ou republicanos.
Apesar da falta de evidências, o Partido Republicano, de Trump, há décadas tenta criar obstáculos para os eleitores. Na primeira metade do século passado, havia testes de alfabetização, com o objetivo de impedir que negros pudessem votar.
Mais recentemente, em 2010, houve investidas contra o registro de eleitores – que em alguns estados poderia ser feito até no próprio dia da eleição.
O voto não é obrigatório nos Estados Unidos, e acredita-se que muitos eleitores negros tenham deixado de votar em 2016, já que Barack Obama não era candidato. Como a eleição presidencial é indireta no país, vencer em determinados estados “fieis da balança” é essencial. Foi justamente em três deles – Pensilvânia, Wisconsin e Michigan – que Trump obteve vitórias surpreendentes, em parte explicadas pela abstenção de parte do eleitorado.
A controvérsia sobre a votação deve perdurar, mas o presidente já deixou clara sua posição. Num tuíte publicado na quinta-feira, Trump repetiu que permitir votos pelo correio vai levar a fraudes maciças e “ao fim do nosso grande Partido Republicano”.
Mas, há pouco mais de dois meses, ele próprio mandou seu voto nas primárias republicanas da Flórida. Em vez de ir pessoalmente a uma das seções na cidade de Palm Beach, ele preferiu jogar golfe em seu resort.
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André Jakurski: “Nos mercados, nem sempre a lógica prevalece – senão os cientistas seriam os grandes ganhadores”
SÃO PAULO – Com quase cinco décadas de experiência no mercado financeiro, Andre Jakurski é um dos mais respeitados e bem-sucedidos investidores do país – e um dos pouquíssimos que conseguem ganhar dinheiro, ano após ano, como trader, fazendo investimentos com horizontes curtos (poucas semanas ou mesmo dias).
Jakurski tem uma visão (negativa) sobre as consequências de longo prazo da crise atual – “estamos salvando o presente e sacrificando o futuro”, diz ele.
“Mas a tomada de decisão (de investimento) não depende do cenário de longo prazo. Somos oportunistas.”
Neste episódio do podcast Outliers, Jakurski explica como funciona o processo de investimento da gestora que ele fundou em 1998, a JGP, que tem hoje mais de R$ 16 bilhões sob gestão – e como atravessou dezenas de crises.
No DNA da JGP, diz ele, estão “a cultura de preservação do patrimônio e o respeito a risco e limites”.
“Usamos várias técnicas para conseguir sobreviver”, afirma. “Erramos muito. O objetivo é acertar mais do que errar.”
Antes da JGP, Jakurski fundou, com outros sócios, o banco Pactual. “Fui criado na base de choques frequentes”, diz. Nos anos 80, lembra, “eu era um pato novo no mercado e as pancadas vinham de todo lado”.
Entre as crises que mais marcaram o gestor, não está a atual, provocada pela pandemia do coronavírus. As mais assustadoras foram a que veio com o Plano Cruzado, em meados da década de 80, e a de 2008, quando ele temeu que uma onda de quebras de bancos americanos pudesse colocar em risco a funcionalidade do mercado por anos.
No podcast, ele conta quais lições tirou desses períodos conturbados. Uma delas: “Nos mercados, nem sempre a lógica prevalece – senão os cientistas seriam os grandes ganhadores.”
Este é o quarto episódio do podcast Outliers, apresentado por Samuel Ponsoni, analista de fundos da XP. Os primeiros tiveram como entrevistados Márcio Appel, fundador da Adam, Mário Torós e Rodrigo Azevedo, sócios da Ibiuna, e Marcelo Urbano, fundador da Augme.
É possível seguir e escutar os episódios de Outliers por Spotify, Deezer, Spreaker, Apple e demais agregadores de podcast.
Como ler o mercado financeiro e aproveitar as oportunidades: conheça o curso A Grande Tacada, do Fernando Góes – de graça nos próximos dias!
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sábado, 30 de maio de 2020
Imagem de Bolsonaro derrete no exterior, e mundo teme Brasil
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Relação com vizinhos será uma das ruínas a serem reconstruídas pelo Brasil no pós-pandemia
Relação com vizinhos será uma das ruínas a serem reconstruídas pelo Brasil no pós-pandemia foi publicado primeiro em: https://folha.uol.com.br/mundo/
EUA chegam a 5ª noite de atos contra racismo em estado de ebulição
EUA chegam a 5ª noite de atos contra racismo em estado de ebulição foi publicado primeiro em: https://folha.uol.com.br/mundo/
Trump anuncia adiamento da reunião do G7 para setembro
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Policiais israelenses matam palestino em Jerusalém
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O que aconteceu nos caóticos momentos antes de George Floyd ser morto
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Trump diz que pode usar Exército para conter protestos pela morte de George Floyd
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Em crise, brasileiros que vivem no exterior enfrentam dilema de voltar ou não
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A longa história de segregação e conflito racial em Minneapolis, onde George Floyd foi morto pela polícia
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Diário de confinamento: 'Lições da cólera em tempos de coronavírus'
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Índia anuncia reabertura parcial de restaurantes, centros comerciais e templos a partir de 8 de junho
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Merkel recusa convite para reunião presencial do G7 feito por Trump
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EUA têm 2 mortos e centenas de presos em noite de protestos pelo fim da violência contra os negros
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Metade dos contribuintes ainda não declarou o Imposto de Renda a um mês do prazo final; veja como preencher
SÃO PAULO – A um mês do prazo final para a entrega da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020, ano-base 2019, apenas metade dos contribuintes enviou suas declarações.
Até às 17h da última quinta-feira (28), a Receita Federal havia recebido 16.017.000 de declarações. O número equivale a cerca de 50% do total esperado para este ano: 32 milhões.
Por conta da pandemia de coronavírus, que dificulta, por exemplo, o acesso a documentos, o prazo final para envio das declarações do IR foi estendido para 30 de junho. Com a postergação, os contribuintes estão tendo dois meses a mais que o normal para declarar.
Para quem não conseguir cumprir o prazo, a multa pelo atraso da declaração é de 1% ao mês até o limite do imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,75.
Por que não esperar para declarar?
De acordo com o auditor-fiscal Joaquim Adir, supervisor nacional do IR, o número de declarações enviadas até o momento está dentro do esperado – já que o contribuinte geralmente deixa para fazer a entrega no final -, mas alerta sobre possíveis dificuldades.
“Estamos preparados para receber um grande volume de declarações no nosso sistema nos próximos dias, mas a nossa preocupação maior é com o contribuinte que pode ter problemas durante o preenchimento no sistema”, afirma Adir.
Com o novo cenário causado pela pandemia, a planejadora financeira Letícia Camargo pontua que é preciso revisar a documentação ou, para quem ainda não conseguiu se organizar, gastar um tempo para reunir os informes necessários pedidos no ato de declaração.
“Algumas centrais estão com a demanda alta e menos pessoas atendendo e isso aumenta as dificuldades para ter acesso às informações. Deixar tudo para cima da hora, por conta do momento em que vivemos, pode fazer com que a pessoa não tenha tempo suficiente para reunir os documentos necessários”, diz.
A planejadora afirma também que é preciso observar o que foi declarado no ano anterior para se certificar que não haja nada faltando na declaração deste ano e se atentar aos possíveis erros de digitação durante o preenchimento no sistema.
“É preciso pensar quais são todos os seus bens, onde você tem dinheiro investido e pegar os informes de rendimento de todos esses lugares. Não adianta querer colocar da sua cabeça o valor. Quanto mais tempo houver para preencher e depois rever a declaração melhor”.
Onde conseguir o informe de rendimentos?
As empresas e instituições financeiras são obrigadas a enviar as informações de valores recebidos, contas e investimentos. O prazo para as instituições fazerem isso acabou em 28 de fevereiro, então quem ainda não está com o documento em mãos pode encontrá-lo de outras maneiras.
Isso porque nem sempre os informes são enviados por e-mail ou Correios: é permitido que os comprovantes sejam disponibilizados pela internet, em áreas logadas de empresas, ou liberados em aplicativos móveis.
Quem tiver dificuldades para achar o documento pode procurar o setor de recursos humanos da empresa ou o gerente da instituição financeira, para que eles indiquem o caminho.
Agora, se o contribuinte está reamente sem acesso ao informe de rendimento, a Receita pode multar a instituição por não enviá-lo, mas o funcionário ou correntista lesado precisa se manifestar, conforme explicou Adriana Alcazar, sócia diretora da Seteco Consultoria Contábil.
Sem essas informações, o contribuinte não tem boa parte dos dados essenciais para o preenchimento da declaração.
O contribuinte deve ter em mãos os informes de todas as instituições financeiras em que tem conta e de todas as empresas em que trabalhou ao longo de 2019, mesmo em caso de contrato rescindido.
Restituição do IR
Por conta da pandemia de coronavírus, o cronograma de pagamentos foi antecipado para maio. A quantidade de lotes também foi reduzida de sete para cinco – com o último lote de restituição previsto para o dia 30 de setembro. No ano passado, as restituições se iniciaram em 17 de junho e se estenderam até 16 de dezembro.
O dia em que a restituição é depositada na conta do contribuinte também sofreu alteração neste ano. Normalmente o crédito bancário ocorria no dia 15 de cada mês. Com a nova mudança, o pagamento será realizado no último dia útil do mês.
Veja o calendário:
- 1º lote: 29 de maio de 2020
- 2º lote: 30 de junho de 2020
- 3º lote: 31 de julho de 2020
- 4º lote: 31 de agosto de 2020
- 5º lote: 30 de setembro de 2020
A cada lote, os valores da restituição serão corrigidos pela taxa Selic, atualmente em 3% ao ano. O contribuinte tem o prazo de um ano para sacar o valor na agência bancária indicada no ato da declaração. Para saber como consultar o lote, clique aqui.
Como aumentar a restituição?
Segundo Valdir Amorim, coordenador de impostos da IOB, o primeiro passo é saber como a restituição é calculada. De maneira geral, a restituição é a diferença entre o que já foi retido na fonte e todos os rendimentos tributáveis.
Entre as maneiras de conseguir aumentar o valor da restituição, o contribuinte pode escolher entre desconto simplificado ou deduções legais, e não deve se esquecer de juntar os recibos de médicos, dentistas, escolas e psicólogo, entre outros. A adição de dependentes e gastos com pensão alimentícia também podem ajudar a aumentar esse valor.
- Leia também:
Restituição do Imposto de Renda: como consultar e receber
Imposto de Renda 2020: como fazer a declaração
Quem deve declarar
São obrigados a declarar o IR neste ano:
- Pessoas físicas residentes no Brasil que tiveram, no ano passado, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;
- Quem recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 40 mil, em 2019;
- Quem, no ano passado, teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
- Quem pretende compensar, no ano-calendário de 2019 ou posteriores, prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2019.
- Quem, até o final de 2019, era proprietário de bens superiores a R$ 300 mil;
- As pessoas que tiveram ganhos de capital na alienação de bens ou direitos ou aplicaram em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros ou assemelhadas em 2019;
- Quem vendeu, no ano passado, imóvel residencial e usou o recurso para compra de outra residência para moradia, dentro do prazo de 180 dias da venda, e optou pela isenção do IR;
- Pessoas que passaram a residir no país em qualquer mês do ano passado.
Informações, análises e recomendações que valem dinheiro, todos os dias no seu email:
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Previ: as oportunidades que o maior fundo de pensão do país tem aproveitado na crise
SÃO PAULO – A queda indiscriminada da Bolsa em março, quando o pânico tomou conta do mercado e derrubou os ativos sem fazer distinção de qualidade, abriu uma janela de oportunidade para investidores com visão de longo prazo, que conseguiram comprar ativos que estiveram caros por muito tempo.
Com um patrimônio líquido de R$ 183 bilhões e uma base de 200 mil segurados, a Previ, a fundação de previdência complementar fechada do Banco do Brasil, está na parcela dos que se aproveitaram do tombo do mercado para reforçar o posicionamento em renda variável.
“Crises separam muito bem os agentes que precisam vender daqueles que têm a prerrogativa de comprar”, diz Marcelo Wagner, diretor de investimentos da Previ. “Estamos no segundo grupo”, afirmou o dirigente, em entrevista ao InfoMoney.
Olhando para o cenário de longo prazo, a Bolsa está barata, assim como a moeda brasileira tende a se apreciar frente ao patamar atual, comentou o especialista, durante live promovida pela SulAmérica na última quarta-feira (27).
“Se você pretende se aposentar no Brasil, compre Brasil”, disse Wagner, que emendou frase atribuída ao financista Nathan Rothschild: “Compre ao som de canhões, venda ao som de trombetas.”
Pelo viés previdenciário com o foco no longuíssimo prazo, Wagner afirmou que se volta menos para ativos específicos e mais para as perspectivas gerais para um determinado segmento ou uma classe de ativo como um todo.
“Não há uma bala de prata”, disse o dirigente, acrescentando que a entidade tem adotado um posicionamento “underweight” (exposição abaixo da média do mercado) em ações small caps.
Segundo o boletim mensal de desempenho da Previ, entre as principais modificações na carteira de ações de fevereiro para março, deixaram de constar entre as 12 maiores posições no portfólio de ações, no caso do plano Previ Futuro, os papéis do IRB e da Localiza, enquanto as ações da Rumo e da JBS entraram no grupo.
Além disso, a Vale, que era a segunda ação com maior representatividade na carteira de renda variável do Previ Futuro, de 1,92% em fevereiro, assumiu a liderança em março, com a participação subindo para 2,19%. Já o Itaú passou da primeira para a segunda posição, com sua fatia reduzida de 2,15% para 1,81%.
A carteira de ações do Previ Futuro responde por cerca de 22,5% do plano e teve, no primeiro trimestre, queda em linha com o desempenho do mercado – a desvalorização do portfólio foi de 36,8%, a mesma registrada pelo Ibovespa.
Segundo o dirigente do fundo de pensão, as compras foram marginais considerando o tamanho da carteira da entidade, e concentradas no Previ Futuro, plano de benefício com R$ 17,1 bilhões em investimentos e aberto para adesões de novos funcionários do banco.
A entidade também administra o Plano 1, que soma um patrimônio líquido de R$ 165 bilhões e está fechado para novas adesões.
A maior parte dos participantes do Plano 1 é composta por aposentados na fase de recebimento dos benefícios, diferentemente do Previ Futuro, em que os segurados na ativa ainda tem tempo para correr mais risco com vistas à formação de uma poupança previdenciária no longo prazo.
No caso do Plano 1, em que as ações respondem por 40%, o recuo da carteira de renda variável foi um pouco menor, de 26%, o que não foi o suficiente para impedir um déficit de R$ 23,6 bilhões no fim de março.
“Estamos em uma crise secular, que se reflete na magnitude da volatilidade”, diz o diretor de investimentos.
Com a recuperação dos preços em abril, a insuficiência financeira foi reduzida em cerca de R$ 2 bilhões no Plano 1, que encerrou 2019 com um superávit de R$ 2,1 bilhões.
Pelas características de cada um dos planos, o Previ Futuro de Contribuição Variável não está sujeito a déficits ou superávits.
Prêmios nas NTN-Bs longas
Além de estar atento às pechinchas da Bolsa, o fundo de pensão tem aproveitado os prêmios atrativos dos títulos públicos atrelados à inflação (Tesouro IPCA+, ou NTN-Bs) de longo prazo, com vencimentos entre 2045 a 2055.
“Compramos cerca de R$ 2,5 bilhões no mercado secundário quando os spreads superaram nossa meta atuarial”, afirma Wagner, em referência à taxa de retorno anual que o fundo de pensão precisa cumprir para manter a solvência.
Embora os títulos públicos no radar da Previ sejam os mais voláteis do mercado por conta dos vencimentos de longo prazo, o diretor da Previ ressalta que a relação entre o custo e o benefício da operação é claramente favorável ao investimento.
“A NTN-B tem uma aderência grande com nosso passivo”, diz Wagner, que destaca ainda a indexação à inflação dos ativos. “Por conta dessas qualidades, a volatilidade acaba se tornando uma questão secundária.”
Parada estratégica
Ao mesmo tempo em que tem capturado boas oportunidades na Bolsa e nos títulos públicos, a Previ suspendeu temporariamente o programa de diversificação do portfólio gestado em 2019, com execução programada para 2020.
Com isso, os planos de aumentar a alocação no exterior, bem como em multimercados e fundos imobiliários, com previsão de R$ 5 bilhões em novos investimentos nessas classes, foram interrompidos, mas não cancelados, ressalta Wagner.
“Suspendemos até que seja feita uma reavaliação do cenário para entender como será o rebalanceamento dos investimentos.”
Ele ressaltou, contudo, que o Brasil representa apenas 1,5% do mercado financeiro global, destacando que será preciso olhar cada vez mais para investimentos em outras geografias para manter o nível de renda adequado para a aposentadoria.
Colchão de liquidez
Apesar do atual quadro conjuntural desfavorável, a entidade de previdência, que distribui anualmente R$ 13 bilhões em benefícios, não enxerga nenhum risco de descontinuidade dos pagamentos.
“Conseguimos passar pelo período de volatilidade sem ter de realizar a venda de qualquer ativo fora do preço justo pelo menos até o segundo semestre de 2021.”
Marcelo Wagner, diretor de investimentos da Previ
Segundo o especialista, os benefícios previdenciários estão garantidos nos próximos meses, mesmo com as incertezas da crise, pelos cupons semestrais dos títulos públicos corrigidos pela inflação.
O estoque de NTN-Bs suportaria o fluxo de pagamentos, diz o diretor, mesmo que a Previ tivesse uma queda drástica no recebimento de aluguéis e dividendos, algo que não está sendo observado até agora.
Frente às projeções mais conservadoras traçadas pelo fundo de pensão, a queda na remuneração por esses dois canais tem sido até menor do que a esperada, afirma Wagner.
“São carteiras que nos serviram como uma apólice de seguro, que tem nos permitido passar pelo momento com muita tranquilidade”, diz o dirigente, que, antes de assumir o cargo, em janeiro, era diretor financeiro da Brasilprev.
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Quais os possíveis caminhos dos dois inquéritos que rondam o governo?
SÃO PAULO – Os avanços e repercussões do chamado inquérito das fake news, em tramitação no Supremo Tribunal Federal, voltaram a atrair atenções do mundo político e dividiram holofotes antes concentrados nas investigações que apuram uma suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a Polícia Federal.
Uma semana após a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, citada pelo ex-ministro Sérgio Moro como prova no inquérito da PF, a operação de buscas e apreensões em endereços de empresários e blogueiros bolsonaristas trouxe novas preocupações ao presidente e elevou o grau de tensão institucional entre o Palácio do Planalto e o STF.
Bolsonaro atacou a investigação e esbravejou contra a Corte, deixando no ar um tom de insubordinação a decisões judiciais. “Não teremos outro dia como ontem. Chega”, afirmou em frente ao Palácio da Alvorada na última quinta-feira (28). O presidente disse ainda que conta com as “armas da democracia” e que “ordens absurdas não se cumprem”.
O tom foi intensificado pelo filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que citou um contexto de ruptura institucional e disse que será natural se a população recorrer às Forças Armadas se estiver insatisfeita com a atuação do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.
“O poder moderador para reestabelecer a harmonia entre os Poderes não é o STF, são as Forças Armadas”, declarou em entrevista à TV Bandeirantes. “Eles vêm, põem um pano quente, zeram o jogo e, depois, volta o jogo democrático”. Um dia antes, o parlamentar havia dito que não é mais uma questão de saber se haverá ruptura institucional, mas quando ela ocorrerá.
Os dois inquéritos devem seguir repercutindo no mundo político, a despeito de esforços em encerrar as investigações, e podem gerar novos choques entre os Poderes. Se antes o eixo de tensão do Poder Executivo era com o Congresso Nacional, agora a corda estica com o Judiciário.
“Nos primeiros meses de governo, víamos uma tensão muito voltada ao Legislativo, e o presidente do STF tentava se colocar como um moderador, para ajustar as arestas. Com o advento da pandemia e as posições adotadas pelo presidente e por parte do governo federal, as diferenças abissais de visão de mundo entre STF e Executivo começaram a se acirrar. O Supremo não aceitou chancelar algumas ideias do presidente e essas tensões foram aumentando”, observa Débora Santos, analista política da XP Investimentos no podcast Frequência Polícia (ouça a íntegra pelo player acima).
A cada derrota do governo no STF, cresciam as postagens de grupos apoiadores do presidente contra o Poder Judiciário. Manifestações foram organizadas em plena pandemia para pedir intervenção militar e o fechamento do parlamento e da Corte.
Ao mesmo tempo, o polêmico inquérito aberto em 2019 com o objetivo de investigar “notícias fraudulentas (fake news), falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas, ameaças e demais infrações que atingem a honorabilidade e a segurança do STF e de seus membros” avançou e hoje ameaça um dos pilares do governo: a militância nas redes.
Outra sombra cresceu com a saída do um dia “superministro” Sérgio Moro da pasta da Justiça e Segurança Pública. O ex-juiz da Lava-Jato deixou o governo acusando o presidente Jair Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal, forçando a substituição de nomes na direção-geral e em superintendências sem apresentar justificativas e cobrando acesso a conteúdo de inteligência produzido pela corporação.
As duas investigações devem seguir influenciando as movimentações na política nas próximas semanas. Entenda o que se pode esperar de cada uma:
1) Fake News
Em março do ano passado, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, anunciou a abertura de um inquérito para apurar fake news, ameaças e ofensas caluniosas, difamatórias e injuriosas a ministros da corte e seus familiares. E incumbiu o ministro Alexandre de Moraes de tocar o caso.
O procedimento foi aberto em meio a derrotas impostas pela Corte à Operação Lava-Jato e ataques entre magistrados e membros da força-tarefa em Curitiba – além de uma esperada reação inflamada de parte da opinião pública. E ainda um contexto de dificuldades do tribunal em mudar o entendimento vigente sobre a prisão após condenação em segunda instância.
O caráter heterodoxo da iniciativa gerou reações no Congresso Nacional e entre membros do Ministério Público Federal. Na prática, o STF criava um inquérito para ele mesmo investigar, com delimitações que acabaram questionadas, sobre a amplitude da ação, e conduzido em sigilo. Os supostos crimes investigados tinham o tribunal como alvo e ele mesmo seria o responsável por julgar.
De confissões do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, que declarou ter tido intenção de assassinar o ministro Gilmar Mendes, até a interferência sobre uma reportagem publicada pelo site O Antagonista que ligava Toffoli à empreiteira Odebrecht, o inquérito já percorreu diversos caminhos.
Nos últimos dias, porém, com a operação contra ativistas, empresários, blogueiros e políticos bolsonaristas, o inquérito fechou o certo contra o que ficou conhecido como “gabinete do ódio”, bunker digital usado por aliados para atacar adversários políticos do presidente.
Em despacho que determinou as buscas e apreensões, Alexandre de Moraes fala em suspeita de “associação criminosa” e mirou um grupo suspeito de operar uma rede de divulgação de notícias falsas contra autoridades e possíveis financiadores.
“As provas colhidas e os laudos periciais apresentados nesses autos apontam para a real possibilidade de existência de uma associação criminosa, denominada nos depoimentos dos parlamentares como ‘Gabinete do Ódio’”, afirmou o magistrado.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, Bolsonaro já teria relatado a aliados um temor de que Carlos Bolsonaro torne-se o próximo alvo de uma operação. Um mês atrás, o veículo informou que os investigadores identificaram o filho do presidente como um dos articuladores do esquema de propagação de notícias falsas e ataque à reputação de adversários políticos.
Além das fortes críticas feitas por Bolsonaro, a ação ensejou uma nova ofensiva da PGR pelo arquivamento do inquérito. Desta vez, foi Augusto Aras que direcionou pedido ao ministro Edson Fachin, do STF, que é relator de uma ação que questiona o procedimento aberto no ano passado. O magistrado encaminhou a decisão para plenário.
Embora o inquérito já tenha sofrido críticas dentro do Supremo, a avaliação de quem acompanha os bastidores do tribunal é que, em meio ao acirramento das relações entre Executivo e Judiciário, há uma tendência de os ministros se unirem em defesa da continuidade das investigações.
“São poucos os ministros que vão criticar Alexandre de Moraes”, observa Débora Santos. “O Supremo vai tentar maturar o assunto nos próximos dias. A tendência é escolher o momento político para o plenário conversar sobre isso e de lá sair uma decisão no sentido de identificar arestas que precisam ser resolvidas. Mas ninguém vai dizer que o inquérito é natimorto”.
“Hoje, esse inquérito é uma expressão de poder do Supremo. O STF chegou a um momento em que está atacado como nunca foi”, argumenta.
2) Interferência na Polícia Federal
Desde que foi aberto, o inquérito já ouviu o ex-ministro Sérgio Moro e testemunhas como os ministros Augusto Heleno (GSI), Walter Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).
Além de nomes como o ex-diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagem − que chegou a ser indicado para o comando da corporação, mas teve seu nome barrado por decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes, do STF − e a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP).
Foram colhidas provas como conversas telefônicas e o próprio vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, que foi tornada pública pelo ministro Celso de Mello, relator do inquérito no STF, na semana passada.
No encontro, Bolsonaro diz: “Mas é a putaria o tempo todo pra me atingir, mexendo com a minha família. Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro, oficialmente, e não consegui! E isso acabou. Eu não vou esperar foder a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira”.
Em outro trecho, o presidente diz: “Eu tenho o poder e vou interferir em todos os ministérios, sem exceção. Nos bancos, eu falo com o Paulo Guedes, se tiver que interferir. Nunca tive problema com ele, zero problema com Paulo Guedes. Agora os demais, vou! Eu não posso ser surpreendido com notícias. Pô, eu tenho a PF que não me dá informações”.
Esperava-se que este fosse um ponto alto do processo investigativo, mas juristas acreditam que não há nenhuma prova cabal de interferência de Bolsonaro na PF nesta gravação. A dúvida fica com quais serão os próximos passos do inquérito a partir de agora.
“O inquérito que tramita perante o STF, que investiga suposta ingerência do presidente na PF, encontra-se em fase instrutória – ou seja, é o momento da obtenção de provas testemunhais, de cumprimento de mandados de busca e apreensão, juntada de documentos, produção de eventual prova pericial”, explica a advogada Fátima Miranda, especialista em direito público.
Recentemente, a Polícia Federal determinou que o ministro Augusto Heleno apresente todos os documentos que comprovem uma insatisfação do presidente Jair Bolsonaro com sua segurança pessoal no Rio de Janeiro – narrativa do governo sobre o episódio mencionado na gravação.
Os investigadores solicitaram ao STF, na última sexta-feira (29), uma prorrogação de 30 dias para concluir o inquérito. Celso de Mello pediu que o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifeste.
“É difícil entender um cenário mais macro [para as investigações], porque não haverá a prova definitiva. O que eles vão precisar fazer é compor esse mosaico de elementos que indicam em uma mesma direção e, a partir disso, tirar conclusões”, diz o advogado criminalista Conrado Gontijo, sócio do escritório Corrêa Gontijo Sociedade de Advogados.
“Já há alguns elementos muito graves que dão alguma consistência à declaração de Moro, embora o vídeo não seja aquilo que ele indicou que seria. Não é uma prova tão objetiva e clara”, avalia.
A avaliação de especialistas é que um novo caminho para as investigações pode ter sido aberto pelo empresário Paulo Marinho, ex-aliado do bolsonarismo, que prestou três depoimentos e entregou seu aparelho celular para perícia.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o executivo afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) teve acesso antecipado a informações da operação Furna da Onça, que teve como um dos alvos Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
Segundo Marinho, a deflagração da ação chegou a ser adiada para que não houvesse prejuízo à campanha do então candidato à presidência Jair Bolsonaro. O empresário dá detalhes sobre como se deu o contato entre aliados de Flávio e um delegado. E ainda cita um antigo celular do ex-ministro Gustavo Bebianno, morto por infarto em março, como prova no inquérito.
“A grande peça para o futuro da investigação pode ser o depoimento de Paulo Marinho. O que ele trouxer de informação para o inquérito pode abrir novas frentes de investigação ou reforçar a investigação que já vinha sendo feita a partir do vídeo, dos relatos e do celular do ex-ministro Sérgio Moro”, observa Débora Santos.
Para Gontijo, um caminho possível para o inquérito seria o da quebra do sigilo dos aparelhos celulares dos investigados e a solicitação para que as companhias de telefonia informem sobre o local em que cada um esteve em datas de encontros informadas por Marinho.
Na semana passada, PDT, PSB e PV solicitaram ao STF a apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro e do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do mandatário. O pedido foi encaminhado à PGR, que se manifestou contrária. Em parecer enviado à Corte, Augusto Aras argumentou não haver legitimidade de terceiros para “postulação de medidas apuratórias” no caso.
Por ter tido amplo acesso à campanha presidencial de Bolsonaro, há especulações de que Paulo Marinho, inclusive, possa apresentar indícios vinculados a outras investigações em curso. Neste caso, seria aberta uma possibilidade de compartilhamento de material com outros processos.
Outro ponto esperado para as investigações é um depoimento de Bolsonaro. Conforme noticia o site G1, a Polícia Federal afirmou, em documento enviado ao STF, que “para a adequada instrução das investigações, mostra-se necessária a realização da oitiva do presidente a respeito dos fatos apurados”.
No documento, a PF também informou, ao pedir a prorrogação do inquérito, que ainda estão pendentes as seguintes diligências:
1) “Exame de edições dos arquivos do vídeo da reunião ministerial, a análise das mensagens do telefone celular de Sérgio Moro”;
2) “Resposta da Dicor [Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado] sobre o pedido de informações acerca da produtividade da SR/RJ [Superintendência da PF no Rio de Janeiro]”;
3) “Resposta do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional [Augusto Heleno] quanto ao pedido de dados a respeito das trocas de comando da chefia da segurança do presidente da República”;
4) “Recebimento das cópias dos inquéritos já indicados com trâmite perante a RJ/RJ”;
5) “Análise das informações, assim como das oitivas de Paulo Roberto Franco Marinho [empresário; suplente do senador Flávio Bolsonaro], Miguel Ângelo Braga Grillo [chefe de gabinete do senador Flávio Bolsonaro]”;
Passada a etapa de coleta de provas e depoimentos, caberá ao procurador-geral Augusto Aras decidir se apresenta ou não uma denúncia contra Bolsonaro – o que, caso aceito pelo plenário da Câmara dos Deputados e o pleno do STF, daria inicio a um longo processo que poderia culminar no afastamento do presidente.
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sexta-feira, 29 de maio de 2020
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“Vamos continuar expandindo através de aquisições, especialmente no interior”, diz CEO da Afya
SÃO PAULO — Criada a partir da fusão da NRE Educacional, maior grupo de faculdade de medicina do país, com a Medcel, marca de cursos digitais preparatórios para provas de residência médica, em 2019, a Afya tem se consolidado no setor de educação médica no Brasil.
A empresa abriu capital nos EUA no ano passado, numa oferta de ações que levantou US$ 300 milhões na Nasdaq. Ao InfoMoney, o CEO do grupo, Virgilio Gibbon, disse que a empresa está preparada para enfrentar a crise. O lucro líquido ajustado cresceu 132% no primeiro trimestre, para R$ 124 milhões.
“A crise ampliou o uso da nossa plataforma de ensino online, que já existia, mas ampliamos a quantidade de cursos para atender à nova realidade, como o curso de condutas para emergências em Covid-19. São iniciativas gratuitas”, disse a companhia. “Nosso modelo de negócio é bastante resiliente.”
Ele explicou que o aumento da receita no primeiro trimestre, de 27%, foi apoiado no processo de “maturação” dos cursos. Ou seja, cursos que existem há pouco tempo, passaram uma oferta de vagas no primeiro ano e, agora, no segundo ano, mais um vestibular, o que aumenta a base de alunos — crescimento orgânico.
O executivo afirmou que o grupo deu um financiamento sem custo, parcelando as mensalidades, para os alunos cujas famílias estão com dificuldades financeiras por causa da crise. O tíquete médio da Afya, de acordo com Gibbon, é entre R$ 7 mil e R$ 8 mil.
“A gente gostaria de estar presentes com uma cobertura nacional. Nossa estratégia de expansão inorgânica vai em ativos que podem complementar nosso posicionamento na região. A gente gosta de atuar em pequenas e médias cidades no interior do Brasil. O Brasil hoje não tem falta de médicos, tem concentração de médicos”, disse.
Hoje, a Afya está em 18 cidades e em 8 estados: Pará, Piauí, Bahia, MInas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Tocantins e Rondônia. São 21 unidades, sendo 13 faculdades e 6 centros universitários.
O grupo também tem uma plataforma online da Medcel que oferece a alunos de todo o país cursos preparatórios para prova de residência médica, títulos e especializações. Ao todo, a Afya tem mais de 36 mil alunos apenas na graduação.
Desde 2016, o fundo Crescera, anteriormente chamado Bozano, é sócio da NRE Educacional e da Medcel. O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez parte do quadro executivo do Crescera até dezembro de 2018, mas deixou a sociedade na gestora para fazer parte do governo, antes do IPO da Afya.
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