quinta-feira, 11 de junho de 2020

Juros Abusivos Cartão de Crédito o que fazer?

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Juros Abusivos Cartão de Crédito é um dos maiores que existem

Sem dúvida essa é uma das modalidades que possuem os maiores índices de cobranças abusivas no mercado financeiro.
Salvo que no Brasil, a cada 10 pessoas, 8 possuem cartão de crédito.
Juros bancários se tornaram a maior despesa dos brasileiros.
Hoje o brasileiro gasta mais com juros bancários do que com alimentação fora de casa, ou até mesmo com o seu transporte.
Além disso, o índice de inadimplência é a maior da história.
Mesmo com a taxa de juros básica da economia (Selic) em queda, os juros bancários se mantêm os mesmos.
Só para ilustrar, a grande maioria dos cartões de crédito no Brasil chegam a um patamar de 294% ao ano. E isso para clientes regulares dos bancos.
Dessa forma, você paga em média 3x o valor que você utilizou, por ano!
Uma vez que você parcelar a dívida do seu cartão de crédito em 2 anos por exemplo, provavelmente você pagará 6x o valor, de repente até mais!
Ou seja, juros abusivos em cartão de crédito é uma situação que pode te complicar e muito!
Também é comum encontrar juros absurdos financiamento de veículos, mas realmente a modalidade cartão de crédito é uma das que tem os juros mais elevados.

Crédito Rotativo

Se acaso você pagar o valor mínimo da fatura ou qualquer outro valor que não seja o total, seu cartão de crédito entrará no crédito rotativo.
Assim sendo, crédito rotativo é como se fosse um empréstimo de emergência fornecido para o cliente.
Através do crédito rotativo, o consumidor pode pagar um valor mínimo de fatura, que normalmente é de 15% do valor total.
Contudo, acompanhado de taxas altíssimas, muitas vezes resultando em cobranças de juros abusivos cartão de crédito, pois no mês seguinte os juros acumularão com mais juros ainda.
Ou seja, essa situação acaba virando uma bola de neve sem fim.
Igualmente isso vale para pessoas físicas e jurídicas.
Confira também nosso artigo como saber se taxa de juros é abusiva

Direitos do Consumidor

Não apenas o crédito rotativo, ainda existem outros detalhes a serem analisados.
Você sabia que o consumidor não é obrigado a contratar seguro contra perda ou roubo do cartão, seja ele de crédito ou débito?
As taxas aplicadas no cartão de crédito devem ser previamente informadas e detalhadas para o consumidor.
Se estiver pagando juros muito altos, é seu direito recorrer a uma ação revisional de juros.
Assim, será possível retirar todas e quaisquer irregularidades nos juros do seu cartão de crédito.
Certamente nosso advogado juros abusivos vai te ajudar da melhor forma possível!

Juros Abusivos Cartão de Crédito quais taxas podem ser cobradas

O banco Central através da Resolução n º 3.919/2010 determinou em 2011 que os bancos poderiam cobrar apenas 5 taxas:
Anuidade
Emissão de segunda via
Saque
Pagamentos de contas
Aumento emergencial do limite
No entanto, se você parcelou sua fatura ou pagou o mínimo e constatar alguma taxa que seja diferente dessas 5 taxas acima, entre em contato conosco agora!
Você pode ser mais uma vítima de juros abusivos. Garanta o seu direito bancário enquanto ainda é tempo!

Juros Abusivos Cartão de Crédito o que fazer – Passo a Passo

Para reduzir os juros abusivos do cartão de crédito siga os passos:
  1. Entrar em contato conosco;
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  3. Conferir quanto você pode economizar com nosso trabalho;
  4. Vamos notificar o banco do seu cartão;
  5. Pedir a revisional de juros (colocar link);
  6. Vamos intermediar o acordo;
  7. Fechar a proposta.

Juros Abusivos Cartão de Crédito a Mega Soluções vai te ajudar

Certamente temos o melhor time de revisão de juros abusivos do mercado.
No momento em que você entrar em contato conosco assim que clicar no botão do WhatsApp ou até mesmo entrar em contato via ligação telefônica, nossos especialistas em negociações vão lhe atender de forma única e personalizada.
Bem como vamos lhe fornecer informações e materiais suficientes para você conferir a autoridade que a Mega Soluções possui no segmento.
Vamos também te explicar como calcular juros abusivos.
Com a finalidade de lhe ajudar ainda mais, vamos disponibilizar o seu cálculo online grátis.
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Portanto, entre em contato agora mesmo.
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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Reduza os Juros Abusivos de Carro com a Mega Soluções

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Juros abusivos de carro é comum no Brasil

Inegavelmente pagar seu carro financiado as vezes é um sofrimento, né?

Com toda a certeza o Brasil é um dos países campeões em cobrança de juros abusivos de carro.

Afinal, dificilmente o consumidor tem dinheiro para comprar um carro à vista, se vendo obrigado a aceitar as condições impostas pelos bancos.

Mas para ajudar o consumidor a resolver esse problema existe a ação revisional de juros.

Com efeito suspensivo em casos que forem confirmadas as irregularidades no contrato de financiamento, a revisional de juros tem o poder de desfazer os contratos que oferecem vantagem desproporcional para o banco.

De acordo com o que podemos ver em nosso cenário atual, a discussão sobre redução de juros abusivos de carro é cada vez maior no Brasil.

Em outras palavras, o consumidor está cada vez mais tomando consciência que deve correr atrás dos seus direitos.

Sem dúvida é necessário dar o primeiro passo e não se acomodar a essas práticas abusivas.

Muitas dúvidas ou receio podem surgir ao dar o primeiro passo para resolver esse tipo de problema e por isso a Mega Soluções disponibiliza diversos artigos, documentos e informações para te ajudar a tirar todas as suas dúvidas.

Como descobrir se também sou vítima

Primeiramente é importante você fazer uma conta simples.

Multiplicar o valor de sua parcela x a quantidade de parcelas.

Em seguida, comparar o total que você vai pagar, com o valor financiado no carro.

Assim você logo vai perceber a diferença que vai pagar no final.

Se acaso a diferença for grande, a possibilidade de você estar sofrendo com juros abusivos de carro é grande!

Então o que você precisa fazer é garantir o seu direito bancário.

A constituição brasileira e o código de defesa do consumidor garantem que você possa correr atrás dos seus direitos.

Para que isso seja possível, vamos fazer sua revisão de juros abusivos com a atenção e dedicação que o seu caso precisa.

Direitos do consumidor

Certamente são diversos os direitos que o consumidor tem em casos de juros abusivos de carro.

De acordo com o que diz o código de defesa do consumidor, através da lei 8078/90, são diversos artigos que protegem o brasileiro contra cobranças de juros abusivos.

Em resumo, em seus artigos, o CDC diz que quando há um contrato firmado entre duas partes, nenhuma pode sair com vantagem exagerada.

Logo após, o CDC também diz que todos os valores pagos indevidamente devem ser ressarcidos em dobro para o consumidor.

Além disso, existe a venda casada, o que também é uma prática proibida pelo banco Central.

Ou seja, existem diversos tópicos para discussão sobre juros abusivos de carro.

A fim de lhe ajudar ainda mais, nossa consultoria vai lhe fornecer o cálculo revisional de financiamento veículo grátis.

Você também pode verificar com nossos especialistas como calcular juros abusivos.

Juros abusivos de carro como resolver?

Desse modo, veja o guia de como resolver os juros abusivos de carro:

  1. Fale com o nosso time de negociadores;
  2. Vamos fazer sua análise grátis;
  3. Constatar as possíveis irregularidades no seu financiamento;
  4. Enviaremos uma notificação ao seu banco;
  5. Questionaremos as cláusulas do seu contrato;
  6. As propostas de acordo começarão a aparecer;
  7. Podemos concluir o acordo sem juros abusivos.

Juros abusivos de carro o que preciso fazer

Em primeiro lugar você já fez as contas e confirmou que está pagando juros muito altos.

Então agora você já pode entrar em contato conosco clicando no ícone do WhatsApp para fazer sua análise.

Logo que forem constatadas as possíveis irregularidades em seu contrato de financiamento, nosso advogado juros abusivos vai iniciar todo o trabalho para pedir a correção dessas cláusulas para você.

Assim você poderá contar conosco da comodidade da sua casa. Sem burocracia. Tudo feito através do portal online, com a credibilidade e confiança que só a Mega Soluções oferece.

Juros abusivos de carro a Mega Soluções é a consultoria número 1

Afinal como você pode ver somos uma empresa segura, que demonstra e comprova seus resultados.

Certamente vamos te ajudar da melhor forma! Vamos pedir a revisão de juros abusivos com a qualidade que o seu caso precisa.

Definitivamente, você não pode perder mais dinheiro devido aos juros abusivos de carro.

Portanto, Garanta os seus direitos!

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sexta-feira, 5 de junho de 2020

Taxa de desemprego nos EUA cai a 13,3% e país cria 2,5 milhões de vagas em maio

A taxa de desemprego nos Estados Unidos caiu inesperadamente em maio, informou o governo norte-americano nesta sexta-feira (5) em relatório que mostrou os mais recentes sinais de que a contração da economia causada pela pandemia de Covid-19 esteja melhorando. Leia mais (06/05/2020 - 10h07)
Taxa de desemprego nos EUA cai a 13,3% e país cria 2,5 milhões de vagas em maio foi publicado primeiro em: https://folha.uol.com.br/mundo/

Taxas de títulos públicos recuam nesta sexta-feira com otimismo na cena externa

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto apresentam queda na manhã desta sexta-feira (5), refletindo um clima positivo no exterior com dados de emprego nos Estados Unidos melhor do que o esperado.

De acordo com o Departamento de Trabalho dos EUA, foram criados 2,5 milhões de postos de trabalho no país em maio.

O resultado surpreendeu e foi bem melhor que a estimativa do mercado, que era de destruição de 7,5 milhões de empregos no mês passado, segundo a mediana das projeções dos economistas consultados pela Bloomberg.

Em abril, os EUA haviam perdido 20,5 milhões de postos de trabalho devido ao impacto econômico das medidas de isolamento social tomadas para conter a disseminação da Covid-19.

Também contribuem para um maior otimismo dos mercados os novos estímulos econômicos anunciados na zona do euro.

Ontem, o Banco Central Europeu (BCE) elevou o programa de compras de títulos em 600 bilhões de euros, para 1,35 trilhão de euros.

Além de o novo estímulo na Europa ter ficado acima do esperado, de até 500 bilhões de euros, segundo a Reuters, os líderes da grande coalizão que governa a Alemanha aprovaram ainda um pacote de 130 bilhões de euros em gastos públicos.

Nos Estados Unidos, também é aguardada uma nova rodada de injeção de liquidez.

Mercado hoje

No Tesouro Direto, o papel indexado à inflação com vencimento em 2026 pagava uma taxa anual de 2,66%, ante 2,70% a.a. na tarde de quinta-feira (4). Os prêmios pagos pelos títulos com prazos em 2035 e 2045, por sua vez, cediam de 4,15% para 4,07% ao ano.

Entre os títulos com retorno prefixado, o juro do papel com juros semestrais e prazo em 2031 tinha leve queda de 7,00% para 6,97%, enquanto o mesmo papel com vencimento em 2023 pagava 4,06% ao ano, frente aos 4,11% a.a. pagos anteriormente.

Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta sexta-feira (5):

Fonte: Tesouro Direto

Noticiário

Em linha com as medidas para diminuir os impactos econômicos do coronavírus, o governo brasileiro deve estender o pagamento do auxílio emergencial a trabalhadores informais por mais dois meses, com um valor de R$ 300 mensais, segundo o jornal o Estado de S. Paulo.

A área econômica entende que não é possível estender o pagamento de um benefício, no mesmo montante, de R$ 600, por período muito mais longo que os três meses previstos inicialmente, devido ao alto custo da política.

Atualmente, despesa mensal do auxílio está em R$ 51,5 bilhões, e todos os gastos do governo para combater a pandemia e seus efeitos estão sendo bancados com o aumento do endividamento do país. Até o momento, o programa já concedeu o auxílio a 58,6 milhões de brasileiros.

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Ibovespa sobe forte após EUA surpreenderem com a criação de 2,5 milhões de empregos; dólar cai a R$ 5,00

ações bolsa gráfico índice mercado

SÃO PAULO – O Ibovespa dispara nesta sexta-feira (5) após dados econômicos dos Estados Unidos mostrarem uma recuperação impressionante do mercado de trabalho. O Relatório de Emprego mostrou que o país criou 2,5 milhões de postos de trabalho no mês passado, enquanto os economistas ouvidos pela Bloomberg projetavam uma queda de 7,5 milhões no número de empregos.

Além disso, a taxa de desemprego dos EUA caiu de 14,7% para 13,3%. Os economistas esperavam que ela subisse para 19% no período. O dado mostra que a recuperação em V das economias que saem das quarentenas é uma realidade e que a crise do coronavírus, pelo menos nos países desenvolvidos, pode ter duração menor do que esperavam os especialistas.

Às 10h11 (horário de Brasília) o Ibovespa subia 3,17% a 96.804 pontos.

Enquanto isso, o dólar comercial tem baixa de 2,41%, a R$ 5,0064 na compra e R$ 5,0076 na venda. Já o dólar futuro para julho opera em queda de 2,3% a R$ 5,007.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 vira para alta de três pontos-base a 3,03%, o DI para janeiro de 2023 tem alta de dois pontos-base a 4,07% e o DI para janeiro de 2025 recua um ponto-base a 5,70%.

Por aqui, as manifestações pró-Democracia marcadas para domingo entram no radar dos investidores. Representantes do governo e do Distrito Federal irão se reunir para definir se a Força Nacional de Segurança Pública deve ser utilizada nos protestos que ocorrerão na Esplanada dos Ministérios.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, pediu para que seus apoiadores não vão às ruas no fim de semana e chamou os manifestantes contra seu governo de “marginais”. Os protestos ocorrem em um momento em que o número de vítimas fatais pela Covid alcança um novo recorde, com 1.473 óbitos em 24 horas.

Protestos nos EUA

Mesmo com ameaça de mobilização do Exército, as maiores cidades americanas continuam registrando protestos nos Estados Unidos contra o racismo e a violência policial.

Teve início na quinta-feira a série de cerimônias de George Floyd, assassinado no início da semana passada pela polícia de Minneapolis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de ter condenado a morte de Floyd, tem adotado um tom severo em relação às manifestações. Essa postura fez a associação de defesa dos direitos civis ACLU apresentar uma denúncia judicial contra o presidente, que na última segunda-feira usou a ação da polícia contra uma manifestação pacífica que ocorria em frente à Casa Branca.

Panorama corporativo

Mesmo com a escalada das mortes e contaminações pelo novo coronavírus, as empresas começam a se preparar para a reabertura de seus negócios. A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A empresa divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Fora da temporada de balanços, a Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões, segundo informou o jornal “Valor Econômico”.

Os recursos serão utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike.

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

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EUA surpreendem e criam 2,5 milhões de empregos em maio; taxa de desemprego cai a 13,3%

SÃO PAULO – A economia dos Estados Unidos ganhou 2,5 milhões de postos de trabalho em maio de 2020, segundo relatório de emprego (conhecido como Payroll) divulgado nesta sexta-feira (5).

O resultado foi bem melhor que a estimativa do mercado, que era de destruição de 7,5 milhões de empregos no mês passado, segundo a mediana das projeções dos economistas do mercado financeiro compilada em levantamento da Bloomberg.

O número sinaliza que a economia está se recuperando antes do que se pensava dos impactos causados pela pandemia do coronavírus.

Em abril, os EUA haviam perdido 20,5 milhões de postos de trabalho, devido ao impacto econômico das medidas de isolamento social tomadas para conter a proliferação do coronavírus.

A taxa de desemprego caiu em maio de 14,7% para 13,3%. A expectativa no consenso Bloomberg era de que o desemprego subisse a 19,1%.

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Vídeo mostra 8 casas arrastadas por dramático deslizamento na Noruega

Um deslizamento de terra arrastou oito casas para o mar na cidade de Alta, no norte da Noruega, na quarta-feira (3). Um vídeo impressionante publicado nas redes sociais pelo proprietário de uma das casas mostra o momento em que uma grande porção de terra parece se desprender da costa e desliza em direção ao mar. Leia mais (06/05/2020 - 09h31)
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Suspeito de envolvimento no caso Madeleine foi investigado logo após sumiço da menina

O homem de 43 anos apontado pela polícia alemã como suspeito no caso de desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann, em 2007 em Portugal, foi investigado pela Polícia Judiciária portuguesa naquele período, mas descartado quando o inquérito se voltou para os pais da menina. Leia mais (06/05/2020 - 09h11)
Suspeito de envolvimento no caso Madeleine foi investigado logo após sumiço da menina foi publicado primeiro em: https://folha.uol.com.br/mundo/

Ibovespa Futuro sobe forte mais uma vez diante de maior liquidez no mercado internacional e espera por dados dos EUA

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SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em alta, estendendo uma série de cinco ganhos consecutivos do índice à vista nesta sexta-feira (5). Lá fora, após uma breve correção no dia anterior, os futuros dos índices dos Estados Unidos voltam a subir, na esteira da reabertura econômica das economias desenvolvidas e de mais estímulos promovidos pelos bancos centrais.

Por aqui, as manifestações pró-Democracia marcadas para domingo entram no radar dos investidores. Representantes do governo e do Distrito Federal irão se reunir para definir se a Força Nacional de Segurança Pública deve ser utilizada nos protestos que ocorrerão na Esplanada dos Ministérios.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, pediu para que seus apoiadores não vão às ruas no fim de semana e chamou os manifestantes contra seu governo de “marginais”. Os protestos ocorrem em um momento em que o número de vítimas fatais pela Covid alcança um novo recorde, com 1.473 óbitos em 24 horas.

Às 09h12 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para junho tinha alta de 1,55% a 95.250 pontos.

Já o dólar futuro para julho opera em queda de 1,03% a R$ 5,072. O dólar comercial, por sua vez, tem baixa de 1,03%, a R$ 5,0757 na compra e R$ 5,0787 na venda.

O mercado aguarda às 9h30 a divulgação do Relatório de Emprego dos Estados Unidos referente a maio, para o qual a mediana das projeções dos economistas compilada no consenso Bloomberg aponta para uma perda de 7,5 milhões de vagas e aumento da taxa de desemprego a 19,1%.

Para analistas, apesar da taxa elevada, os dados do Departamento de Trabalho americano podem começar a mostrar alguns sinais de melhora.

“Provavelmente temos uma janela de talvez três meses em que os dados continuarão melhorando. Isso vai gerar um cenário muito favorável para as ações continuarem se recuperando”, afirmou, à Bloomberg, Peter Chatwell, chefe de estratégia do Mizuho International.

Protestos nos EUA

Mesmo com ameaça de mobilização do Exército, as maiores cidades americanas continuam registrando protestos nos Estados Unidos contra o racismo e a violência policial.

Teve início na quinta-feira a série de cerimônias de George Floyd, assassinado no início da semana passada pela polícia de Minneapolis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de ter condenado a morte de Floyd, tem adotado um tom severo em relação às manifestações. Essa postura fez a associação de defesa dos direitos civis ACLU apresentar uma denúncia judicial contra o presidente, que na última segunda-feira usou a ação da polícia contra uma manifestação pacífica que ocorria em frente à Casa Branca.

Panorama corporativo

Mesmo com a escalada das mortes e contaminações pelo novo coronavírus, as empresas começam a se preparar para a reabertura de seus negócios. A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A empresa divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Fora da temporada de balanços, a Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões, segundo informou o jornal “Valor Econômico”.

Os recursos serão utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike.

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

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Governo deve estender auxílio emergencial por mais dois meses

O governo deve estender o pagamento do auxílio emergencial a trabalhadores informais por mais dois meses, com um valor de R$ 300 mensais, segundo apurou o Estadão/Broadcast.

A equipe econômica avalia editar uma medida provisória para ampliar o período de duração do benefício, criado para dar suporte a trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais durante o período mais agudo da crise provocada pelo novo coronavírus.

A MP, que teria vigência imediata, é necessária porque a lei do auxílio emergencial prevê a possibilidade de prorrogação, mas com o valor atual de R$ 600. A área econômica entende que não é possível estender o pagamento de um benefício, no mesmo montante, por período muito mais longo que os três meses previstos inicialmente, devido ao alto custo da política.

A despesa mensal do auxílio está em R$ 51,5 bilhões, e todos os gastos do governo para combater a pandemia e seus efeitos estão sendo bancados com o aumento do endividamento do País. O programa já concedeu o auxílio a 58,6 milhões de brasileiros.

Um relatório de acompanhamento do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou riscos orçamentários de uma prorrogação do auxílio emergencial até o fim do ano no mesmo valor de R$ 600. No formato atual, a prorrogação da ajuda poderia elevar a despesa com proteção social a R$ 379,5 bilhões este ano. Hoje, o custo está em R$ 152 bilhões.

Para o TCU, qualquer prorrogação do auxílio emergencial a informais no segundo semestre deste ano deveria ser discutida de forma coordenada entre os ministérios da Cidadania, da Economia e da Saúde para focalizar o público-alvo e ser sustentável do ponto de vista fiscal. Isso porque a duração do auxílio depende do ritmo de retomada da atividade econômica, que por sua vez está ligada à abrangência das medidas de distanciamento social, que varia conforme o nível de contágio pela covid-19 e a capacidade de resposta do sistema de saúde.

Na visão dos auditores, o Ministério da Saúde tem um papel central de manter as outras duas Pastas informadas sobre o avanço da covid-19 tanto em nível nacional quanto regional. “Esse conjunto de informações será fundamental para focalizar o público-alvo, definir o valor e a duração de benefícios sociais no segundo semestre, incluindo informações que identifiquem diferenças regionais relevantes entre Estados e municípios”, diz o parecer.

Renda básica

A prorrogação do benefício deve ser um primeiro passo na discussão sobre a criação de novo programa de renda básica no País. Como mostrou o Estadão/Broadcast, a equipe econômica quer atrelar esse debate a uma revisão de gastos sociais considerados ineficientes. Na mira dos técnicos, estão despesas como abono salarial, seguro-defeso (pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida) e farmácia popular.

Na área econômica, a avaliação é de que esse debate deve começar, mas “sem pressa”. A ideia é discutir como melhorar a alocação dos recursos que já existem no Orçamento para fortalecer as políticas sociais e melhorar a distribuição de renda. Alguns dos benefícios existentes hoje, como o próprio abono ou a farmácia popular, acabam contemplando, inclusive, famílias de renda mais alta.

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Ações de locadoras de carros passam por correção, mas continuam atraentes, dizem analistas

SÃO PAULO — A pandemia de coronavírus atingiu negativamente todos os setores da Bolsa, sem exceção. Mas alguns deles foram mais prejudicados pelas medidas de isolamento social determinadas pelos governos estaduais.

O setor de aluguel de carros foi um deles. Embora parte das receitas das locadoras venha de contratos de aluguéis fixos de frotas, que são de longo prazo e em sua maioria foram mantidos, o segmento de aluguéis de curto prazo para pessoas físicas foi bastante impactado, assim como o de aluguel para motoristas de aplicativos de mobilidade.

As ações da Localiza (RENT3), maior empresa do setor na Bolsa, acumulam queda de 15% em 2020. Isso porque elas se recuperaram em abril e maio do tombo de 46,8% sofrido em março, quando o período de quarentena pela Covid-19 começou no Brasil.

Já a Movida (MOVI3), a mais nova do setor na B3, vê suas ações caírem 31% em 2020. Elas também se recuperaram em abril e maio, depois de terem despencado 55% em março. Desde o IPO, em 2017, os papéis sobem 79%.

A terceira representante do setor na Bolsa é a Unidas, da Locamerica (LCAM3). Os papéis da companhia amargam perda de 26,7% neste ano. Apenas em março, eles tiveram desvalorização de 50,9%, mas depois subiram 28,4% nos meses de abril e maio.

Mesmo com a retomada recente, a avaliação de analistas ouvidos pelo InfoMoney é de que essas ações continuam atraentes, já que as companhias estão capitalizadas para enfrentar os prejuízos gerados pela pandemia e a expectativa é que a demanda retorne, mesmo que lentamente, com a abertura gradual da economia ao longo do ano.

“Embora o aluguel para o varejo tenha sido prejudicado pela pandemia, as empresas também fazem gestão de frotas para outras companhias. É uma parte mais relevante e resiliente do negócio, que foi pouco atingida”, disse Carlos Daltozo, head de renda variável da Eleven.

Para ele, os números do primeiro trimestre de 2020 apresentados pelas empresas recentemente são “uma fotografia de um jornal velho”, já que abrangem apenas 15 dias de quarentena. “Os balanços do segundo trimestre vão ser muito piores”, afirmou.

Entre janeiro e março deste ano, a Localiza conseguiu expandir em dois dígitos sua receita líquida e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a despeito da Covid-19. O lucro líquido subiu 9,5% sobre o mesmo período de 2019. Do lado negativo, o desempenho mais fraco da venda de seminovos reduziu o retorno sobre o capital investido (ROIC).

A Unidas (Locamerica) também registrou avanço anual de dois dígitos na receita líquida, com crescimento de 8% do Ebitda, mas queda de 3,5% no lucro líquido do período. Assim como a Localiza, o ROIC também foi um ponto negativo dos números, afetado pelo aumento da depreciação (venda de seminovos por um valor mais baixo).

Enquanto isso, a Movida teve prejuízo nos três primeiros meses de 2020, de R$ 114,4 milhões. O lucro líquido ajustado foi de R$ 55 milhões. A empresa teve aumento de dois dígitos tanto na receita líquida quanto no Ebitda, com crescimento também expressivo de seminovos.

“A Movida foi a única a fazer um impairment (depreciação) dos seus estoques de veículos, isso trouxe um impacto no resultado trimestral. Ela já precificou seu estoque de veículos em um patamar de 5% a 10% menor do que era antes”, explicou Daltozo.

Na avaliação do head da Eleven, tanto a Movida quanto a Unidas vinham tentando “correr atrás” do forte desempenho da Localiza, líder no setor. “A Movida conseguiu atingir um novo patamar em sua unidade de seminovos e está mais descontada em relação às outras.”

Por esse motivo, Daltozo disse que, apesar de a Eleven ter recomendação de compra para as ações das três empresas, sua preferida no setor seria as da Movida. O risco, segundo ele, é um prolongamento muito maior do que o esperado para o tempo de fechamento da economia.

“É uma crise de saúde pública. É diferente das demais [crises que já passamos]. Temos visto muitas soluções na base de tentativa e erro. Alguns lugares estão liberando o isolamento parcialmente, mas a curva de infecções do novo coronavírus ainda está subindo”, disse.

“Os consumidores quando voltarem não vão consumir serviços na mesma intensidade que antes. Mas ainda é muito cedo para precificarmos o mundo no pós-pandemia. Vai haver mudança, mas ninguém sabe ao certo qual mudança será. O mercado exagerou em algumas companhias de capital aberto”, concluiu.

O percentual da frota utilizada das companhias, segundo Eduardo Guimarães, da Levante Investimentos, reduziu bastante com a pandemia de coronavírus — passou de cerca de 75% a 80% para perto de 50%. Ele concorda que o pior ficou para abril, o que deve ser refletido em balanços ruins no segundo trimestre.

“Mesmo assim, eu acredito que o pior já tenha passado. São empresas muito bem capitalizadas. A Movida fez oferta de ações recentemente. Elas não têm dívidas expressivas de curto prazo”, disse. “A retomada das ações dessas companhias e da Bolsa em geral desde abril mostra que há uma melhora na percepção de risco no mundo.”

A continuidade dessa alta recente, afirmou o especialista, vai depender da volta da economia. Ele citou como exemplo o fato de cerca de 20% a 25% das operações do setor estarem baseadas em aeroportos e shoppings, que estão com baixíssima ou zero circulação de pessoas atualmente.

Sem abrir qual é o seu papel preferido entre as locadoras de automóveis na B3, Guimarães afirmou, contudo, que a Movida é a que ele menos tem apreço. “Ela é a menor entre as três e, nesse setor, tamanho e escala fazem diferença. Gosto mais da Localiza e da Unidas.”

O analista da Levante citou a compra recente da Zetta pela Unidas, criando uma divisão de veículos especiais, como ambulâncias e viaturas policiais. Apesar de o mercado de aluguel de veículos ser dominado pelas três companhias listadas na B3, ainda há players menores espalhados pelo país e que podem ser alvo de aquisição na crise, segundo ele.

Rogerio Araujo, do UBS, está otimista com as perspectivas de longo prazo para as locadoras de automóveis. O banco elevou sua recomendação para a Unidas de neutra para compra, rebaixando a avaliação da Localiza de compra para neutra. Já sobre a Movida, a visão do UBS segue neutra.

“Os fatores de crescimento para o setor permanecem praticamente intactos, e alguns podem até se fortalecer devido aos efeitos da Covid-19”, disse o analista. Segundo Araujo, no segmento de aluguel de carros, a demanda pode aumentar com as pessoas trocando o transporte público para o maior uso de apps de mobilidade.

Já no segmento de aluguel de frotas, as empresas provavelmente aumentarão a terceirização de veículos, na análise do UBS, que ressaltou que apenas 9% da frota corporativa atual é terceirizada no Brasil, contra uma média de 29% em outros países.

“Além disso, acreditamos que a consolidação provavelmente vai acelerar na divisão de aluguel de frotas, já que pequenos players lutam no ambiente atual e as vantagens competitivas que os grandes players têm em relação aos custos de dívida e descontos no preço dos carros provavelmente terão um peso ainda maior no pós-pandemia”, concluiu.

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Centauro capta R$ 900 mi em oferta de ações; dona da Le Lis Blanc firma acordo para recuperação extrajudicial e mais

SÃO PAULO – O noticiário corporativo é bastante movimentado, com destaque para a Centauro, que levantou R$ 900 milhões.

Os efeitos do isolamento social impostos pela pandemia do novo coronavírus afetam as companhias de diferentes formas. A Restoque, dona das marcas Dudalina e Le Lis Blanc, precisou fazer a renegociação de suas dívidas. Já a Yduqs encontrou espaço para uma nova aquisição.

Funcionários da Gol, segundo a Folha de S. Paulo, aprovam programas de demissão, licença e corte de salários.

Já entre as empresas que divulgaram balanço, a BR Malls registrou um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019. O da Randon recuou 90,5%, para R$ 2,994 milhões.

Confira os destaques:

Centauro (CNTO3)

A Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões.

A empresa vendeu 30 milhões de ações numa oferta primária subsequente. A oferta poderia chegar a 33,75 milhões de ações, de acordo com um documento anterior. A Centauro disse que usará os recursos em oportunidades de aquisição abertas pela crise provocada pelo coronavírus.

Os recursos devem ser utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike. “A companhia pretende utilizar a totalidade dos recursos líquidos provenientes da oferta para o financiamento de aquisições de empresas em curso e futuras que possam contribuir para a execução de sua estratégia de crescimento.”

Restoque (LLIS3)

A Restoque, donas das marcas Dudalina e Le Lis Blanc, anunciou um plano de recuperação extrajudicial de R$ 1,5 bilhão. Segundo a companhia, a reestruturação da dívida foi necessária após o impacto das medidas de isolamento social no setor varejista.

A dívida renegociada inclui apenas credores financeiros, ou seja, bancos e portadores de títulos de dívida (debenturistas).

A companhia terá uma carência de 12 meses a partir da homologação do acordo para iniciar os pagamentos. O principal começa a ser pago só em junho de 2023, sendo que mais de 70% do total da dívida vencerá ao final de junho de 2025. O custo da renegociação ficou em CDI mais 2,7% e CDI + 2,9% ao ano.

Está previsto ainda um aumento de capital no valor de R$ 150 milhões.

A adesão ao plano foi superior a 70% -o mínimo estipulado para recuperações extrajudiciais é de 60%. O acordo ainda precisa ser homologado pela Justiça.

Yduqs (YDQS3)

A Yduqs, antiga Estácio Participações, anunciou a compra do Grupo Athenas por R$ 120 milhões. A empresa adquirida atua na região norte do país.

O acordo prevê que uma fatia de R$ 106 milhões seja paga na assinatura do contrato e uma parcela de R$ 14 milhões após cinco anos. O valor pode subir de acordo com as autorizações para novas vagas nos cursos de medicina.

O Grupo Athenas encerrou o ano de 2019 com uma receita líquida de R$ 94,5 milhões. Atualmente, conta com 9 mil alunos divididos entre 67 cursos de graduação, técnicos superiores e programas de pós-graduação.

A aquisição está sujeita a aprovação de órgãos reguladores.

Embora dentro de uma estratégia que pode levar a uma reavaliação dos papéis da empresa, os analistas do Morgan Stanley consideraram a aquisição pequena.
Sobre a nova lei fluminense, que sugere um desconto de 30% nas mensalidades, os analistas acreditam que a medida terá pouco impacto para a Yduqs, mesmo com presença relevante no estado. “Em nossos cálculos, a nova regulamentação reduziria a receita consolidada da YDUQS em aproximadamente 1% e, mantendo os custos estáveis, a margem Ebitda seria reduzida de 33,5% para 33,0%”, disseram em relatório a clientes.

brMalls (BRML3)

A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A administradora de shoppings divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Gol (GOLL4)

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

Randon (RAPT4)

A Randon registrou no primeiro trimestre do ano um lucro líquido de R$ 2,994 milhões, uma queda de 90,5% na comparação com igual período do ano passado.

Já a receita líquida subiu 3%, para R$ 1,168 bilhão. O Ebitda recuou 20,3%, para R$ 106,980 milhões. A margem Ebitda passou de 11,8% no primeiro trimestre de 2019 para 9,2% nos três primeiros meses de 2020.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras anunciou o início da etapa de divulgação de oportunidades, conhecida como “teaser”, referente à venda de suas participações em empresas de energia.

Esse “teaser” contém informações sobre as participações e os critérios para a seleção de potenciais interessados. As companhias que fazem parte dessa etapa são a Brasympe (participação de 20%), Suape II (20%), Termoelétrica Potiguar (20%), Companhia Energética Manauara (40%) e a Brentech (30%).

JBS (JBSS3)

Os EUA investigam frigoríficos por prática antitruste, que incluem JBS, disse uma fonte à Bloomberg, que não quis ser identificada porque o inquérito é confidencial.

O setor é altamente consolidado; 4 empresas – Tyson Foods, JBS, Cargill e National Beef – controlam cerca de 80% do mercado de processamento de carne bovina dos EUA. National Beef, que pertence à brasileira Marfrig, confirmou o recebimento de uma demanda de investigação civil; Tyson, JBS e Cargill não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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Em ação inédita, Comitê da Câmara dos EUA se opõe a acordo com Brasil

Em uma ação inédita contra o Brasil, que barra qualquer pretensão de se ampliar acordos comerciais com os EUA, 24 deputados democratas da Comissão de Orçamento e Tributos (Ways and Means) da Câmara dos Deputados dos EUA informaram na quarta-feira o escritório comercial da Casa Branca que “têm fortes objeções à busca de qualquer acordo comercial ou à expansão de parcerias comerciais com o Brasil do presidente Jair Bolsonaro”.

Ex-embaixador em Washington, Rubens Ricupero afirma que a carta dos democratas da Ways and Means “enterra” qualquer possibilidade de acordo enquanto a Câmara tiver maioria da oposição ao republicano Donald Trump. “Nunca vi um documento assim. Ela é a mais importante comissão do Congresso americano. Essa carta significa que nenhum acordo com o Brasil será feito enquanto a Câmara tiver maioria democrata.”

Para ele, a situação deve se agravar ainda mais se o democrata Joe Biden for eleito presidente. “Ele é muito mais comprometido com a pauta ambiental do que Barack Obama.” Biden, com 53%, lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição deste ano com dez pontos à frente de Trump (43%).

A votação americana, entretanto, é definida por meio de um colégio eleitoral, o que torna mais decisivo o triunfo em Estados em que a preferência por democratas ou republicanos se alterna. Trump se elegeu graças a vitórias no Meio-Oeste, mesmo tendo menos votos do que Hillary Clinton no geral.

A carta foi endereçada ao representante comercial da Casa Branca, o embaixador Robert Lighthizer. Nela, o presidente da comissão, o deputado Richard Neal, e seus colegas de partido contam que decidiram escrever o documento depois de Lighthizer afirmar, em maio, após conversa com o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, que desejava intensificar a parceria econômica com o Brasil, incluindo uma simplificação do comércio e “boas práticas regulatórias”. Para tanto, consultaria o Congresso. “Em resposta, nós julgamos importante enumerar a litania de razões pelas quais consideramos inapropriado que a administração abra discussões sobre parcerias econômicas de qualquer tipo com o líder brasileiro que desrespeita o estado de direito e ativamente desmantela árduas conquistas de direitos civis, humanos, ambientais e trabalhistas.”

A carta segue afirmando que, por meio de retórica e de ações, o governo demonstra “completo desrespeito por direitos humanos básicos, pela necessidade de se proteger a Floresta Amazônica, os direitos e a dignidade dos trabalhadores e mantém práticas econômicas anticompetitivas”. Essas condições demonstrariam que o Brasil sob Bolsonaro “não pode ser considerado preparado para assumir novos padrões de direitos trabalhistas e de proteção ambiental previstos no acordo EUA-México-Canadá”.

Peso nas decisões

Os democratas têm larga maioria na comissão. Sua importância pode ser medida pelo fato de o presidente americano precisar de autorização dela para negociar acordos comerciais que não sejam emendados pelo Congresso – fast tracks. Também por ela passam não só cada tostão gasto em políticas públicas bem como decisões sobre impostos e taxas e acordos comerciais internacionais. Para o embaixador Roberto Abdenur, “manifestações como essa de agora terão desde logo impacto, pois inibirão o governo americano de levar adiante novos entendimentos com o Brasil”. Ele concorda com Ricupero e diz que as relações com os EUA “vão se complicar muito se Biden for eleito”. “A excessiva ligação de Bolsonaro com Trump só fará exacerbar os ânimos contra o Brasil.”

Ricupero, que foi embaixador nos EUA no governo de George Bush (1989-1993) e conselheiro político em Washington nos governos dos ex-presidentes Gerald Ford (1974-1977) e Jimmy Carter (1977-1981), aponta ainda na carta democrata a união de dois tipos de argumentos, o ambiental e o protecionista, cada vez mais comum nos EUA e na Europa. “A chance de o Brasil obter alguma coisa na área agrícola em uma acordo comercial com os EUA é próximo de zero. Só para citar um exemplo, não há lobby mais forte no Congresso do que o do algodão, que tem apoio em peso dos congressistas do Texas.”

De fato, em um dos últimos parágrafos do documento dos democratas, os deputados dizem considerar existir pouca perspectiva de oportunidades de acordo para o agronegócio, pois muitos dos “produtos exportados pelo Brasil já são muito competitivos no mercado americano, mesmo sem as vantagens da eliminação de tarifas de um acordo comercial”. E conclui: “Além disso, produtores brasileiros têm um histórico de usar práticas desleais de comércio”.

A carta conclui afirmando que buscar um acordo com o Brasil pode prejudicar a luta de defensores dos direitos humanos, trabalhistas e ambientais brasileiros para promover o Estado de Direito e comunidades marginalizadas.

Trump busca aumentar os laços com o governo Bolsonaro, não só os comerciais como os militares e sanitários. Na semana passada, o americano afirmou que a Casa Branca fornecera 2 milhões de doses de hidroxicloroquina para combater o Sars-Cov-2 no Brasil. O Estadão procurou o Itamaraty e o Ministério da Economia, mas nenhum deles se manifestou.

A ação ocorre concomitantemente à aprovação de moção no Parlamento da Holanda, rejeitando o acordo entre a União Europeia e o Mercosul por razões semelhantes às americanas. “Nosso isolamento está cada vez maior”, afirmou Ricupero.

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Moedas de mercados emergentes têm melhor semana em 4 anos

moeda de R$ 1 notas de R$ 50 e R$ 100 real dinheiro

(Bloomberg) – Moedas de mercados emergentes caminham para fechar a semana com o melhor desempenho em mais de quatro anos em meio ao otimismo de que as economias globais estão superando o choque do coronavírus.

O índice MSCI que acompanha moedas de mercados emergentes mostra ganho de 1,5% nos últimos cinco dias. O movimento reflete menor demanda por moedas consideradas refúgios, o que enfraquece o dólar. Outro fator de impulso é a perspectiva de mais estímulos de bancos centrais, o que teria mais peso do que as preocupações com o agravamento do surto de coronavírus em países como Brasil e México. Investidores também parecem descontar dados econômicos decepcionantes, como cortes de empregos nos Estados Unidos.

“O foco está no futuro, e é onde os mercados esperam que as coisas comecem a melhorar”, disse Khoon Goh, chefe de pesquisa da Ásia no Australia & New Zealand Banking, em Cingapura. “Dados ruins, como do mercado de trabalho não agrícola, já são esperados pelos mercados. Não há como ficar pior do que 20 milhões de demissões em abril.”

Moedas de países em desenvolvimento também se fortalecem em meio à queda por seis semanas consecutivas do seu indicador de volatilidade, que agora está no nível mais baixo em quase três meses.

A rupia da Indonésia lidera os ganhos desta semana, com valorização acima de 5%, enquanto o peso chileno, o real e o rand sul-africano mostram alta de mais de 4%.

Alguns estrategistas esperam ganhos adicionais no médio prazo, apesar de advertirem que o rali pode desacelerar nas próximas semanas.

“As condições de liquidez do dólar devem afastar fluxos do mercado financeiro dos EUA para voltar aos emergentes e outros mercados”, disse Eddie Cheung, estrategista de mercados emergentes do Crédit Agricole, em Hong Kong.

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Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira

O otimismo marca as negociações desta sexta-feira, com os investidores animados com os novos estímulos concedidos na Europa, na quinta-feira, e a expectativa de que os Estados Unidos também ofereçam um reforço no aumento da liquidez.

Esse otimismo ocorre mesmo com a divulgação, nesta sexta-feira, do “payroll”, que deve mostrar a maior taxa de desemprego dos Estados Unidos desde os anos de 1930.

No Brasil, o número de vítimas fatais pela Covid alcança um novo recorde, com 1.473 óbitos em 24 horas.

Entre os destaques corporativos, a BR Malls espera abrir todos os seus shoppings até julho e os funcionários da Gol aprovaram programas de demissão, licença e cortes de salários.

1. Bolsas mundiais

As bolsas da Europa e os futuros de NY operam em alta nesta sexta-feira. O ânimo ainda é um reflexo da nova injeção de liquidez anunciada pelo Banco Central Europeu (BCE). Nem mesmo a divulgação de dados do emprego nos Estados Unidos, que deve mostrar a maior taxa de desemprego desde os anos 1930, mitiga esse otimismo.

O DAX, de Frankfurt, sobe 1,41%, e o CAC 40, de Paris, avança 1,92%.

O BCE anunciou na quinta-feira mais 600 bilhões de euros para compra de títulos, elevando para 1,35 trilhão a injeção de liquidez.

Além do novo estímulo na Europa ter ficado acima do esperado, também é esperada uma nova rodada de injeção de liquidez pelos Estados Unidos.

Já os líderes da grande coalizão que governa a Alemanha aprovaram um pacote de 130 bilhões de euros em gastos públicos.

Os futuros do Dow Jones sobem 0,99% e os do S&P 500 registram variação positiva de 0,60%.

Nos Estados Unidos, será divulgado às 9h30 (horário de Brasília), o relatório de emprego, que deve mostrar uma taxa de desemprego próxima a 20%, a maior desde os anos de 1930.

Para analistas, apesar da taxa elevada, os dados do Departamento de Trabalho americano podem começar a mostrar alguns sinais de melhora.

“Provavelmente temos uma janela de talvez três meses em que os dados continuarão melhorando. Isso vai gerar um cenário muito favorável para as ações continuarem se recuperando”, afirmou, à Bloomberg, Peter Chatwell, chefe de estratégia do Mizuho International.

*Veja o desempenho dos mercados, às 7h36 (horário de Brasília):

Nova York

*S&P 500 Futuro (EUA), +0,60%

*Nasdaq Futuro (EUA), +0,23%

*Dow Jones Futuro (EUA), +0,99%

Europa

*Dax (Alemanha), +1,41%

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,95%

*CAC 40 (França), +1,92%

*FTSE MIB (Itália), +1,91%

Ásia

*Nikkei 225 (Japão), +0,74% (fechado)

*Hang Seng Index (Hong Kong), +1,66% (fechado)

*Shanghai SE (China), +0,40% (fechado)

*Petróleo WTI, +2,41%, a US$ 38,31 o barril

*Petróleo Brent, +3,02%, a US$ 41,20 o barril

**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em queda de 0,93%, cotados a 746.000 iuanes, equivalente hoje a US$ 105,22 (nas últimas 24 horas).
USD/CNY = 7,0900 (-0,29%)

2. Indicadores econômicos

As atenções do dia estão voltadas para a divulgação do relatório de emprego, o “payroll”,dos Estados Unidos. O documento será divulgado às 9h30 (horário de Brasília) e deve apontar para uma taxa de desemprego de 19,1% e perda de 7,5 milhões de vagas de emprego, de acordo com consenso dos estimativas consultados pela Bloomberg.

Às 16h, serão conhecidos os dados sobre crédito ao consumidor no mercado americano.

No Brasil, a agenda de divulgação é mais fraca. A FGV divulga, às 8h, a inflação do mês de maio medida pelo IGP-DI.

Já a Anfavea divulga dados da indústria automotiva de maio em coletiva de imprensa online às 10h, após vendas do setor em abril despencarem de 163.625 mil para 55.735 e produção desabar de 189.958 para apenas 1.847.

3. Política e pandemia no Brasil

Os investigadores do inquérito sobre a suposta interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal esperam que o presidente preste seu depoimento pessoalmente, segundo relata o jornal “Folha de S.Paulo”. A avaliação é que, por ser investigado, não há previsão legal para que o depoimento seja dado de outra forma – por escrito, por exemplo.

E essa não é a única preocupação do governo federal. Cresce o apoio aos movimentos criados para defender a democracia. No entanto, por enquanto, eles não estão incentivando formalmente a ida a manifestações contrárias ao governo – que Bolsonaro classificou na quinta-feira à noite como “grupos terroristas”.

Evitar aglomerações é um dos motivos que tem inibido o apoio às manifestações no momento que o Brasil registra mais de 34 mil mortes pela Covid-19. Só nas últimas 24 horas foram 1.473 óbitos.

4. Protestos nos EUA

Mesmo com ameaça de mobilização do Exército, as maiores cidades americanas continuam registrando protestos nos Estados Unidos contra o racismo e a violência policial.

Teve início na quinta-feira a série de cerimônias de George Floyd, assassinado no início da semana passada pela polícia de Minneapólis.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de ter condenado a morte de Floyd, tem adotado um tom severo em relação às manifestações. Essa postura fez a associação de defesa dos direitos civis ACLU apresentar uma denúncia judicial contra o presidente, que na última segunda-feira usou a ação da polícia contra uma manifestação pacífica que ocorria em frente à Casa Branca.

5. Panorama corporativo

Mesmo com a escalada das mortes e contaminações pelo novo coronavírus, as empresas começam a se preparar para a reabertura de seus negócios. A brMalls informou esperar que até julho esteja com todos os seus shoppings em funcionamento.

A empresa divulgou, na noite de quinta-feira, um lucro líquido ajustado de R$ 130 milhões no primeiro trimestre, uma queda de 24% na comparação com os três primeiros meses de 2019.

Na mesma base de comparação, a receita líquida caiu 5,8%, para R$ 295,976 milhões. Já o Ebitda passou de R$ 232,512 milhões para R$ 245,812 milhões, uma alta de 5,7%.

Fora da temporada de balanços, a Centauro fixou em R$ 30 o preço de sua ação no “follow on”. Com isso, a varejista de artigos esportivos levantou R$ 900 milhões, segundo informou o jornal “Valor Econômico”.

Os recursos serão utilizados, principalmente para o pagamento da compra da operação brasileira da Nike.

Os funcionários da companhia área Gol aprovaram, na quinta-feira à noite, proposta de acordo coletivo que inclui programas voluntários de licença não remunerada, demissão voluntária (PDV), aposentadoria ou redução de salário e jornal (“part-time”), segundo a “Folha de S.Paulo”.

Caso não ocorra adesão voluntária a esses programas, a empresa pode fazer dois programas de redução compulsória de jornada e salário, que irão vigorar até 2021.

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As lições de Benchimol e Luiza Trajano para superar a crise: transformação digital e fortalecimento da cultura

 

SÃO PAULO – “A epidemia deixou evidente que não tem como não ser digital. Se você ainda não é, vai ter que ser. A cada crise que passamos fui descobrindo que precisamos ser antifrágeis, no sentindo de que precisamos montar um negócio que cada vez mais sobreviva a qualquer tipo de cenário. Os clientes querem os melhores produtos, com preço baixo e o mais rápido possível”, afirmou Guilherme Benchimol, fundador e CEO da XP Inc.

Na noite desta quinta-feira (4), ele e Luiza Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, participaram de uma conversa durante o evento Connections, da Monte Bravo Investimentos, escritório de agentes autônomos filiados à XP Inc.

Trajano também ressaltou a importância de ser digital em meio à crise. “O digital é uma cultura da experimentação. Tenta, não deu certo? Muda rápido e se acertou multiplica. A inovação e o [bom] atendimento são as únicas coisas que vão diferenciar o negócio. E não tem como inovar sem o digital”.

Par ela, manter o foco nas vendas sempre, sem se distrair dessa meta quando o negócio começa a crescer é crucial para a empresa deslanchar. “Para o empreendedor crescer ele precisa descentralizar e ter foco. E foco na venda que é a gasolina do negócio. Quando a venda acontece tudo dá certo. Agora, se o cliente tá mal servido, é outro problema. O dia em que eu não receber uma reclamação de cliente, aí saberei que a empresa está bem”, diz Trajano.

A importância da cultura na crise

Benchimol conta que quem é o empreendedor que está começando nem sempre se preocupa com a cultura e tá mais preocupado em sobreviver e vender, mas ele ressaltou quatro pontos que devem ser levados em consideração:

  • Quanto antes o empreendedor entender que tão importante quanto atingir as metas quantitativas é atingi-las com a cultura da empresa, melhor;
  • Deixe claro para quem estiver entrando qual é a cultura e quem é você para que não haja quebra de expectativas e para você atrair perfis que vão caminhar juntos;
  • A cultura é a graxa que faz com que todas as engrenagens se encaixem: seja flexível e esteja disposto a aprender e mudar de ideia;
  • Essa cultura forte ajuda a atravessar crises se você cuidar dela a longo prazo de forma meritocrática;

Economia

Questionado por Luiza sobre como melhorar a imagem do Brasil lá fora, Benchimol disse que a sociedade está se empoderando durante a crise e empreendendo mais, o que deve ser visto com bons olhos pelo investidor estrangeiro.

“O país fica mais forte se é a sociedade que puxa o crescimento. Mas é difícil empoderar a sociedade com juros tão elevados. Desde o Plano Real o Brasil teve juros de mais de 13% ao ano em média. Quem vai ter coragem de sair da poupança e tomar risco? Isso sem contar as burocracias. Mas a gente vem tentando administrar melhor as contas públicas e podemos terminar o ano com juros de 2%”, afirma o CEO.

Ele detalha como a redução dos juros pode mudar a mentalidade dos brasileiros. “Uma pessoa que tinha R$ 500 mil guardado com juros de 13% ao ano, ganhava R$ 65 mil por ano sem risco e com alta liquidez. Essa renda no fim deste ano pode cair 85% e esse ganho passará a ser de R$ 10 mil. E isso vai obrigar a pessoa a tomar risco, pensar em empreender, investir diferente e começa a ser uma transformação”, diz.

Mulheres

A presença das mulheres no mercado também foi pauta da conversa. Luiza Trajano disse que hoje apenas 7% dos conselhos de empresas são formados por mulheres e defendeu iniciativas para ampliar a presença feminina em posições de liderança. “Eu sou a favor de cotas, é um processo transitório, mas necessário para eliminar a desigualdade. Como eu digo na empresa, para os meus diretores, mulher ganhar mais que homem é uma questão de caneta.”

Ela também reforçou que o avanço passa pela mudança de posturas, tanto das empresas quanto das próprias mulheres. “Para as mulheres, eu digo: enquanto vocês não trabalharem a culpa, de ganhar bem, de crescer, não vai mudar. E para as empresas eu falo: sejam inteligentes, toda vez que eu indico uma mulher para alguma posição e o conselho fala sim, o negócio dá um salto, porque são elas que decidem tudo hoje.”

E o futuro?

Ao ser questionada sobre o futuro da empresa, Luiza disse que segue acreditando no poder das lojas físicas. “Nós abrimos 150 lojas físicas no ano passado, se eu não acreditasse no modelo eu não abriria. E nós vamos continuar, vamos abrir loja em Brasília neste ano, por exemplo. O Brasil é grande, as pessoas gostam do calor humano e quando eu abro uma loja física, eu vendo muito mais na internet”, diz.

Ela ponderou, no entanto, que o modelo vai se reinventar e as lojas devem passar a funcionar também como um ponto de encontro e de socialização, por isso devem se preocupar mais com a experiência do cliente. “A loja tem que ter um pãozinho de queijo, um cheiro, tem que ser um parque de diversão para o cliente”, comenta.

Na mesma linha, ao responder uma pergunta sobre a decisão de manter o home office para todos os funcionários da XP até dezembro, Benchimol disse que o escritório deve passar a ser visto muito mais como um lugar que preza pela experiência dos funcionários.

“Após a pandemia, nós devemos ter um meio do caminho entre o que era antes e o que temos hoje. Pelo que converso com funcionários e vejo em pesquisas, a vida como era antes tinha o calor humano, contato, mas também era carregada de muita ineficiência. Na XP, as pessoas gastam em média 45 minutos em cada perna para chegar ao trabalho e voltar para casa e tinha muita interrupção. Tem coisas boas e ruins, então acho que a gente vai ter um lugar para se encontrar, fazer reuniões importantes, mas não uma exigência de estar lá das 9h às 18h todo dia”, diz Benchimol.

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ONGs processam Trump por repressão violenta a protestos contra morte de Floyd

A União Americana pelas Liberdades Civis e outras entidades entraram na Justiça nesta quinta-feira (4) contra o presidente americano, Donald Trump, seu secretário de Justiça, William Barr, e autoridades envolvidas na repressão do governo ao protesto próximo à Casa Branca na segunda-feira (1º). Leia mais (06/05/2020 - 00h03)
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